Autor

Redação

A navegação
Redação – Paraná Portal
Foto: Gilson Abreu/AEN

A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) iniciou neste domingo (1º) a distribuição de 254.780 doses de vacinas contra a Covid-19 pelos municípios do Paraná.

Ao todo são 180.180 doses da Pfizer/BioNTech e 74.600 da CoronaVac (Butantan/Sinovac) enviadas e outras 74.600 permanecendo no Cemepar (Centro de Medicamentos do Paraná) como reserva para a segunda aplicação das vacinas.

Todas as doses da Pfizer/BioNTech serão utilizadas na vacinação para o público geral, enquanto as da CoronaVac (Butantan/Sinovac) serão divididas entre primeira e segunda dose.

A Regional de Saúde de Curitiba e Região Metropolitana já foi abastecida com as novas doses, enquanto as de Paranaguá, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba devem receber via transporte terrestre as vacinas ainda neste domingo.

Já as Regionais de Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã irão receber via transporte aéreo, com previsão de chegada também para este domingo.

“O Governo do Estado tem sido ágil na distribuição dessas doses aos municípios. Precisamos que todos estejam comprometidos e com o mesmo objetivo, que é a vacina no braço do paranaense. Por isso eu peço a colaboração de todos os gestores municipais, para que juntos possamos avançar na vacinação e imunizar o maior número de pessoas possível”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Confira abaixo o número de doses enviadas para cada regional de saúde do Paraná?

1ª RS – Paranaguá – 3.312 doses de Pfizer e 1.380 doses da Coronavac

2ª RS – Metropolitana – 65.160 doses de Pfizer e 26.950 doses da Coronavac

3ª RS – Ponta Grossa – 10.026 doses de Pfizer e 4.160 doses da Coronavac

4ª RS – Irati – 3.522 doses de Pfizer e 1.450 doses da Coronavac

5ª RS – Guarapuava – 7.338 doses de Pfizer e 3.050 doses da Coronavac

6ª RS – União da Vitória – 2.670 doses de Pfizer e 1.100 doses da Coronavac

7ª RS – Pato Branco – 4.770 doses de Pfizer e 1.980 doses da Coronavac

8ª RS – Francisco Beltrão – 5.862 doses de Pfizer e 2.440 doses da Coronavac

9ª RS – Foz do Iguaçu – 2.502 doses de Pfizer e 1.040 doses da Coronavac

10ª RS – Cascavel – 6.870 doses de Pfizer e 2.840 doses da Coronavac

11ª RS – Campo Mourão – 5.118 doses de Pfizer e 2.140 doses da Coronavac

12ª RS – Umuarama – 4.488 doses de Pfizer e 1.870 doses da Coronavac

13ª RS – Cianorte – 2.550 doses de Pfizer e 1.050 doses da Coronavac

14ª RS – Paranavaí – 4.206 doses de Pfizer e 1.750 doses da Coronavac

15ª RS – Maringá – 11.496 doses de Pfizer e 4.770 doses da Coronavac

16ª RS – Apucarana – 5.556 doses de Pfizer e 2.300 doses da Coronavac

17ª RS – Londrina – 15.846 doses de Pfizer e 6.560 doses da Coronavac

18ª RS – Cornélio Procópio – 2.748 doses de Pfizer e 1.140 doses da Coronavac

19ª RS – Jacarezinho – 4.602 doses de Pfizer e 1.890 doses da Coronavac

20ª RS – Toledo – 6.342 doses de Pfizer e 2.610 doses da Coronavac

21ª RS – Telêmaco Borba – 3.120 doses de Pfizer e 1.280 doses da Coronavac

22ª RS – Ivaiporã – 2.076 doses de Pfizer e 850 doses da Coronavac

Confira o número de reforço de doses da vacina Astrazeneca/Fiocruz enviadas para cada regional de saúde do Paraná:

1ª RS – Paranaguá – 300

2ª RS – Metropolitana – 5.790

3ª RS – Ponta Grossa – 900

4ª RS – Irati – 315

5ª RS – Guarapuava – 660

6ª RS – União da Vitória – 230

7ª RS – Pato Branco – 425

8ª RS – Francisco Beltrão – 525

9ª RS – Foz do Iguaçu – 220

10ª RS – Cascavel – 615

11ª RS – Campo Mourão – 470

12ª RS – Umuarama – 390

13ª RS – Cianorte – 225

14ª RS – Paranavaí – 365

15ª RS – Maringá – 1.010

16ª RS – Apucarana – 500

17ª RS – Londrina – 1.405

18ª RS – Cornélio Procópio – 240

19ª RS – Jacarezinho – 410

20ª RS – Toledo – 555

21ª RS – Telêmaco Borba – 270

22ª RS – Ivaiporã – 180

Confira o número de reforço de doses da vacina Coronavac/Butantan enviadas para cada regional de saúde do Paraná:

1ª RS – Paranaguá – 460

2ª RS – Metropolitana – 9.030

3ª RS – Ponta Grossa – 1.390

4ª RS – Irati – 500

5ª RS – Guarapuava – 1.000

6ª RS – União da Vitória – 360

7ª RS – Pato Branco – 680

8ª RS – Francisco Beltrão – 820

9ª RS – Foz do Iguaçu – 340

10ª RS – Cascavel – 960

11ª RS – Campo Mourão – 730

12ª RS – Umuarama – 620

13ª RS – Cianorte – 350

14ª RS – Paranavaí – 600

15ª RS – Maringá – 1.580

16ª RS – Apucarana – 770

17ª RS – Londrina – 2.200

18ª RS – Cornélio Procópio – 400

19ª RS – Jacarezinho – 630

20ª RS – Toledo – 880

21ª RS – Telêmaco Borba – 420

22ª RS – Ivaiporã – 280

A Regional de Saúde de Foz do Iguaçu ainda recebeu um montante extra de 3,5 mil doses, devido a fronteira com o Paraguai e Argentina e o reforço da barreira sanitária contra o ingresso da variante delta no Brasil.

Redação -Paraná Portal
Foto: Divulgação

O projeto Aldeia Solidária, da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), oferece acolhimento e apoio psicológico gratuito durante à pandemia da Covid-19. A iniciativa começou em maio de 2020 e, de lá para cá, já foram realizadas cerca de 420 sessões, com 140 pessoas atendidas.

Os atendimentos consistem em um momento de apoio emocional, embasado numa conversa com um dos voluntários do Aldeia Solidária. “A ideia do projeto surgiu em função da emergência da pandemia do coronavírus. Durante uma conversa no grupo de estudos e pesquisas de Direitos Humanos e Saúde Mental a gente entendeu que precisava fazer alguma coisa mais prática para ajudar a comunidade”, explicou Rodrigo Alvarenga, professor do PPGDH da PUCPR.

Atualmente, o projeto conta com 23 psicólogos voluntários que realizam atendimentos de segunda à sexta-feira, por videochamada ou conversas por telefone. As sessões duram de 30 a 60 minutos e a média tem sido de cinco encontros para cada inscrito.

“São sessões de conversas solidárias, não é apenas um serviço de escuta. Em alguns casos, os profissionais encaminham o inscrito para uma clínica da própria universidade para dar continuidade ao tratamento. O Aldeia Solidária é um projeto de apoio e orientação psicológica”, argumentou Alvarenga.

O serviço é gratuito e podem participar pessoas com 18 anos ou mais que necessitem de apoio psicológico. Os interessados devem se inscrever pelo site oficial do projeto (clique aqui) e aguardar o contato da equipe.

Redação – Paraná Portal
Foto: Hully Paiva/SMCS

As operações da Aifu covid (Ação Integrada de Fiscalização Urbana) resultaram na vistoria de oito estabelecimentos, e interdição de cinco deles, na noite desta sexta-feira (30/07). Os agentes da prefeitura de Curitiba percorreram seis bairros da cidade: Batel, Centro, Boa Vista, Jardim das Américas, Hauer e Butiatuvinha.

De acordo com a administração municipal, foram lavrados cinco autos de infração que, juntos, somaram R$ 155 mil. As ações são feitas para verificar se há cumprimento, por parte da população e dos estabelecimentos, o cumprimento das normas vigentes de prevenção da covid-19 e controle da pandemia.

Os estabelecimentos notificados e com atividades paralisadas foram:

  • lanchonete no Jardim das Américas, autuada em R$ 100 mil, por reincidência em não controlar a capacidade de lotação;
  • casa noturna, no Butiatuvinha, autuada em R$ 25 mil, por desenvolver atividade restrita neste período;
  • bar no Centro, em R$ 10 mil, por não promover o controle de pessoas e o distanciamento mínimo;
  • restaurante no Boa Vista, em R$ 10 mil, por não controlar a capacidade de lotação;
  • bar no Hauer foi autuado em R$ 10 mil, por não controlar o distanciamento mínimo de pessoas.

Dos locais fiscalizados na operação desta sexta, três estabelecimentos estavam em situação regular, atendendo ao que determina a legislação.

FISCALIZAÇÃO JÁ INTERDITOU MAIS DE 850 ESTABELECIMENTOS

Desde 5 de janeiro, quando passou a valer a lei municipal que pune e responsabiliza quem descumprir as medidas restritivas para combater a covid-19, foram vistoriados 3.782 estabelecimentos, de diferentes áreas do comércio.

Destes, 852 foram flagrados descumprindo as medidas sanitárias obrigatórias e acabaram interditados.

No período, 1.746 autos de infração foram lavrados para pessoas físicas, empresas e comércios. O valor total dos autos lavrados até aqui é de aproximadamente R$ 17,5 milhões.

COVID EM CURITIBA

Curitiba está sob bandeira amarela, o menor nível de alerta no combate à pandemia. Conforme o último boletim, a capital paranaense está com 6.415 casos ativos, que representam o número de pessoas capazes de transmitir o vírus.

Neste momento, a taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 60% – restam 190 leitos dos 471 existentes. Já as enfermarias estão com 71% de ocupação, sendo 115 leitos vagos.

No total, a SMS (Secretaria Municipal da Saúde) aponta 259.518 casos confirmados (246.431 recuperados) e 6.672 mortes em decorrência da covid-19.

Tarobá News
Foto: Reprodução Tarobá News

Um avião de pequeno porte fez um pouso forçado na tarde desta sexta-feira (30), na área rural entre Cascavel e Santa Tereza do Oeste.

Segundo as informações, o avião saiu do aeroporto de Cascavel, quando houve uma pane mecânica ele fez o pouso forçado em meio a plantação de milho. Quatro pessoas estavam dentro da aeronave.

Equipes do Consamu, além do helicóptero se deslocaram para o local prestar atendimento. Felizmente ninguém se feriu.

A Polícia Militar esteve no local e registrou a ocorrência.

Uma equipe da Cenipa deve chegar amanhã para investigar as causas.

Veja imagens da TV Tarobá no local do pouso forçado do avião

Tarobá News, repórter Ellen Santos.

Redação – Paraná Portal
Foto: Agência PRF

Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na manhã desta sexta-feira (30), uma carga maconha que era transportada em um caminhão boiadeiro, sob uma camada da palha de arroz. O motorista foi detido. As informações são da Agência da PRF.

Policiais rodoviários federais abordaram um motorista de um caminhão boiadeiro na BR-369, em Cambé (PR), por volta das 12h30. Na vistoria, o caminhoneiro, de 42 anos, deu sinais de  estar nervoso. Os  policiais decidiram então fazer uma vistoria mais minuciosa no veículo.

No compartimento de carga, sob uma grossa camada de palha de arroz, os policiais encontraram diversos fardos de maconha.

O motorista admitiu estar carregando maconha. Segundo ele, a carga saiu do Mato Grosso do Sul e seria entregue no Maranhão. Diante disso, ele foi detido e conduzido à Polícia Federal para o registro do crime de tráfico de drogas.

A droga ainda não havia sido pesada até a divulgação da notícia pela Agência PRF.

Confira o vídeo da apreensão da maconha

Redação – Paraná Portal
Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Começou nesta semana a construção do novo terminal de celulose no Porto de Paranaguá pela produtora e exportadora de papéis Klabin, que teve os serviços liberados neste mês pela Portos do Paraná. A expectativa é que o empreendimento gere 180 postos de trabalho, nessa etapa. Quando estiver em operação, serão cerca de 170 colaboradores, diretos e indiretos, na operação do terminal.

“A localização em área primária vai dar ainda mais agilidade à operação de celulose e derivados. É um investimento importante na infraestrutura portuária do Estado, que vai gerar emprego e renda para o litoral”, destaca o diretor-presidente da empresa pública, Luiz Fernando Garcia.

Além da aquisição dos equipamentos e sistemas operacionais, devem ser construídos dois quilômetros de ramais ferroviários e um armazém de 21.860 metros quadrados. O investimento estimado é de cerca de R$ 130 milhões, previsto para 2022.

A área PAR01, de 27.530 metros quadrados, foi arrematada pela Klabin em leilão realizado em agosto de 2019. O contrato de concessão foi assinado no início de 2020, encerrando duas décadas sem novos arrendamentos no Porto de Paranaguá. O contrato de exploração da área é de 25 anos, prorrogáveis por mais 45.

“Estamos felizes de iniciar as obras do novo terminal, atentos a todos os protocolos de segurança e saúde”, comenta Sandro Ávila, diretor de planejamento operacional, logística e suprimentos da Klabin. “Este é um projeto muito importante para a empresa e que trará grande contribuição social e econômica para Paranaguá”, complementa.

A expectativa é que, no primeiro ano de operações, a empresa movimente 1,4 milhão de toneladas pelo porto paranaense. Com a conclusão da segunda fase de expansão da Unidade da Klabin em Ortigueira (Projeto Puma II) – prevista para 2023 – a empresa espera movimentar 2,2 milhões de toneladas por ano via Paranaguá.

A Klabin também realiza investimentos sociais no município. Entre eles, está o programa de apoio à gestão pública, que oferece técnicas de gestão pública e ferramentas de planejamento e monitoramento de ações, de modo a terem um controle mais efetivo das ações planejadas e executadas pelas administrações municipais. A companhia também implementará todas as condicionantes do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), que contempla a construção de uma passarela exclusiva no principal ponto de cruzamento ferroviário, que beneficiará cerca de 2.800 trabalhadores por dia, aumentando a segurança dos profissionais no trajeto de acesso ao porto, bem como todas as contrapartidas sociais, que contemplam os programas de educação ambiental nas escolas.

Redação – Paraná Portal
Foto: Divulgação

Kinebot é uma ferramenta capaz de monitorar a ergonomia de trabalhadores 30 vezes por segundo. Ela foi desenvolvida após um investimentos empresariais na área de segurança do trabalho, com o objetivo de aperfeiçoar a avaliação de postura dos profissionais.

O sistema coleta informações de filmagens de smartphones, simplificando o trabalho de ergonomistas, profissionais que avaliam e adequam os ambientes de trabalho para evitar acidentes e doenças.

De acordo com Alison Alfred Klein, um dos fundadores da marca, os ergonomistas avaliam os colaboradores cerca de duas a três vezes em cada ciclo de trabalho. A ferramenta atua como um modo de maior acompanhamento, com rapidez e análise com alta tecnologia, algo que antes seria feito em laboratórios de cinemática, com alto custo e com demora na execução.

Para colocar o software em funcionamento, é necessário realizar a filmagem do ciclo de trabalho do funcionário. “É necessário filmar o corpo inteiro ou, ao menos, os membros do corpo que se deseja avaliar, sem a necessidade de um tempo mínimo ou máximo de vídeo. Tudo depende do tamanho do ciclo de trabalho”, explica Cauê Marinho, que também é um dos fundadores da marca.

A pessoa responsável pela filmagem também precisa manter uma distância razoável de quem está sendo filmado, para capturar bem as imagens. Não é necessária a utilização de acessórios, como tripés, para a gravação, e a qualidade da filmagem não precisa ser profissional. Após a captura das imagens, é necessário fazer o upload do vídeo na plataforma disponível na web. A partir disso, por meio de algoritmos, o sistema faz a avaliação dos movimentos do trabalhador.

O resultado é exibido em tabelas e gráficos. Com isso, o ergoanalista pode fazer recomendações à empresa. “Por isso é importante salientar que não substituímos o ergonomista. A ferramenta permite que o cliente faça a primeira coleta de dados pelo Kinebot, e, posteriormente, possa enviar para o profissional da área fazer uma avaliação de forma remota, sem precisar se deslocar até o local de avaliação”, explica Alison.

A ferramenta também melhora a segurança para evitar que, em virtude da pandemia, a equipe de trabalho tenha contato com pessoas de fora da empresa ou que estejam fora de sua equipe de trabalho. Isso representa um ganho de prevenção e distanciamento social tanto para as empresas quanto para os ergoanalistas.

O software pode ser utilizado por empresas de ergonomia ou locais de trabalho que tenham setor de ergonomia. Da mesma forma, pode ser utilizado por profissionais da área que trabalhem de forma autônoma.

O Kinebot facilita a avaliação em diversos ambientes de trabalho, em especial nas plantas industriais. A ferramenta possui um potencial de utilização amplo, que pode abranger outras áreas, como escolas (para avaliar postura de crianças), a movimentação de atletas para melhoria de performance ou também na avaliação da postura de pacientes em clínicas.

Redação – Paraná Portal
Foto: Divulgação/AEN

A Prefeitura de Maringá publicou nesta sexta-feira (30) um novo decreto que flexibiliza as medidas restritivas no combate à pandemia da covid-19 na cidade. Entre as novas regras, estão liberadas eventos e confraternizações com a presença de até cem pessoas. Por outro lado, o toque de recolher segue mantido na cidade.

As novas regras passam a valer a partir das 5h deste sábado (31) e valem até o fim do dia 9 de agosto.

Ainda segundo a prefeitura, seguem vigentes as medidas não alteradas com o novo decreto, entre elas o toque de recolher, das 23h às 5h e a proibição de abertura dos mercados aos domingos.

Apesar de liberar eventos com até cem pessoas, a administração pública ressalta que festas acima de 30 pessoas dependem de autorização prévia da Secretaria de Inovação, Aceleração Econômica, Turismo e Comunicação, via e-mail, e poderão contar com ocupação máxima de 50% da capacidade do espaço. Já os encontros com até 30 participantes seguem liberados.

O decreto também passa a permitir música ao vivo com no máximo quatro integrantes em eventos e estabelecimentos de alimentação e entretenimento. Nesses casos, fica vedada a utilização de pistas de dança.

Os esportes coletivos também ficam autorizados em Maringá, de segunda a domingo, das 6 às 22 horas.

A realização de cultos, missas e reuniões religiosas de modo presencial, por sua vez, poderão ocorrer com até 50% da ocupação dos espaços.

Ainda conforme a Prefeitura de Maringá, também está autorizada a presença de crianças em supermercados.

HORÁRIO ESTENDIDO DO COMÉRCIO PARA O DIA DOS PAIS

O novo decreto municipal divulgado nesta sexta-feira estabelece ainda que em virtude do Dia dos Pais, uma das principais datas para o comércio, as lojas autorizadas a funcionar, excepcionalmente, na sexta-feira, 6 de agosto, no horário das 8h às 20h.

Nos sábados, 7 e 14 de agosto, o horário poderá se estender até as 18 horas para as atividades comerciais, galerias e centros comerciais. Nos demais dias permanecem válidos os horários dos decretos anteriores.

INDICADORES DA COVID-19 EM QUEDA NA CIDADE CANÇÃO

O decreto 1460/2021 da Prefeitura de Maringá ressalta que a flexibilização gradual das medidas de contenção da covid-19 acompanha a queda nos indicadores da doença na cidade.

Conforme a administração municipal, a média móvel de casos da covid-19 teve redução de 45,38% nos últimos 14 dias, enquanto a média móvel de mortes na cidade caiu 17,95%, considerado o mesmo período.

Hoje, a ocupação dos leitos de UTI SUS Covid na cidade está em 42%.

O último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), divulgado na quinta-feira (29), aponta que Maringá registrou 59.440 casos e 1.463 mortes desde o início da pandemia.

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

As contas públicas registraram saldo negativo em junho, com piora em relação ao mês anterior devido ao aumento de despesas com precatórios e antecipação do 13º salário dos aposentados. O setor público consolidado, formado por União, estados e municípios, apresentou déficit primário de R$ 65,508 bilhões no mês passado. Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Banco Central (BC).

Houve aumento do déficit em relação a maio, quando foi registrado resultado negativo de R$ 15,541 bilhões. O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, explicou que o déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou de R$ 27,416 bilhões em maio para R$ 55,141 bilhões em junho, devido à antecipação a aposentados e pensionistas. Além do aumento de R$ 16 bilhões na comparação mensal de gastos do governo federal com despesas judiciais e precatórios.

“Esses dois fatores exclusivamente explicam 87% dessa piora no resultado do déficit primário no setor público na passagem de maio para junho. São dois fatores pontuais que explicam a mudança e a trajetória fiscal do país segue a mesma”, disse, durante coletiva virtual para apresentar os dados.

Resultado melhor em relação ao déficit primário de junho de 2020

Por outro lado, o resultado de junho é melhor em relação ao déficit primário de R$ 188,682 bilhões de junho de 2020. Rocha destacou que junho de 2020 foi, provavelmente, o ponto mais alto dos gastos fiscais de combate aos impactos econômicos, sociais sanitários da pandemia de covid-19. “Naquele mês tivemos déficit primário recorde em termos mensais. E esses impactos são menores agora”, disse, para explicar a redução significativa na comparação interanual.

Em 12 meses, encerrados em junho, as contas acumulam déficit primário de R$ 305,456 bilhões, o que corresponde a 3,81% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). Para o chefe do departamento do BC, a situação fiscal ainda precisa de bastante melhora e é o esperado que aconteça.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas) desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. No ano, de janeiro a junho, há déficit de R$ 5,208 bilhões, ante resultado negativo de R$ 402,703 em junho do ano passado. Segundo Rocha, os números positivos precisam ser contextualizados com a situação econômica de época (pico da pandemia) e com a recuperação que se observa atualmente.

A meta para as contas públicas deste ano, definida no Orçamento Geral da União, é de déficit primário de R$ 251,1 bilhões para o setor público consolidado. Em 2020, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário recorde de R$ 702,950 bilhões, 9,49% do PIB. Foi o sétimo ano consecutivo de resultados negativos nas contas do setor público.

Contas públicas: pagamentos de impostos adiados pela pandemia

No mês passado, o governo central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) apresentou déficit primário de R$ 75,083 bilhões ante o déficit de R$ 195,180 bilhões de junho de 2020. Além da diminuição de 35% nas despesas, antes os gastos com a pandemia no resultado de 2020, no mês passado, a União registrou aumento da receita líquida em 57% em comparação a junho de 2020. “Em junho do ano passado estávamos no momento mais agudo, com a recessão que diminuiu a atividade econômica e também a arrecadação”, disse Rocha, destacando ainda que o pagamento de muitos impostos foram adiados para auxiliar o setor produtivo naquele momento.

O montante difere do resultado divulgado ontem (29) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 73,553 bilhões em junho, porque, além de considerar os governos locais e as estatais, o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.

Por outro lado, os governos estaduais contribuíram para melhora do resultado no mês passado registrando superávit de R$ 7,547 bilhões, ante superávit de R$ 5,592 bilhões em junho de 2020. Os governos municipais também anotaram superávit de R$ 850 milhões em junho deste ano. No mesmo mês de 2020, o superávit foi de R$ 187 milhões para esses entes.

Da mesma forma, houve melhora na arrecadação desses entes, principalmente do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além do aumento nas transferências regulares do governo federal no âmbito do compartilhamento de impostos e outras normas federativas, fruto natural do aumento da arrecadação.

As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, também tiveram superávit primário de R$ 1,183 bilhão no mês passado.

Contas públicas: despesas com juros

Os gastos com juros ficaram em R$ 10,086 bilhões em junho, contra R$ 21,897 bilhões no mês anterior e R$ 21,480 bilhões em junho de 2020. De acordo com Rocha, essa despesa tende a ser estável e diversos fatores contribuíram para melhorar o resultado no mês.

Houve crescimento nas despesas influenciado pela elevação dos índices de preços, em especial a inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Além disso, houve aumento do estoque nominal da dívida, montante sobre o qual incidem os juros.

No sentido contrário, houve uma contribuição positiva na conta pela influência das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro). Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita, quando há ganhos, e como despesa, quando há perdas. Segundo Rocha, em junho deste ano, os ganhos com swap foram de R$ 21,7 bilhões. Já em maio, os ganhos foram menores, de R$ 11 bilhões, e em junho de 2020 houve perdas de 4,9 bilhões com swap.

Em junho, o déficit nominal, formado pelo resultado primário e os gastos com juros ficou em R$ 75,595 bilhões, contra o resultado negativo de R$ 210,161 bilhões em igual mês de 2020.

Em 12 meses, acumula R$ 589,695 bilhões, ou 7,36% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.

Dívida pública de mais de 60% do PIB

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 4,878 trilhões em junho, o que corresponde a 60,9% do PIB. Em maio, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 59,8%.

O aumento tem como principais fatores, primeiro, o próprio resultado deficitário do mês, e segundo, a desvalorização cambial de 4,4% que ocorreu no período. A dívida pública sobe quando há alta do dólar, porque o Brasil também é credor em moeda estrangeira. Ainda assim, o resultado é menor do que o registrado em dezembro de 2020, quando a dívida líquida chegou a 62,7% do PIB, o recorde histórico.

Em junho de 2021, a dívida bruta do governo geral (DBGG) – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 6,729 trilhões ou 84% do PIB, contra 84,6% (R$ 6,696 trilhões) no mês anterior, quando a dívida bruta chegou no maior percentual da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2006. Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.

Um dos fatores para a redução da dívida bruta do governo geral é o crescimento do PIB nominal do país nos últimos meses. Além disso, no caso da DBGG, só se contabiliza os passivos no país, sem impacto das reservas internacionais, e a desvalorização cambial contribui para reduzir as dívidas dos governos.

Redação – Paraná Portal
Foto: Divulgação/PRF

As polícias Rodoviária Federal (PRF) e Civil do Paraná (PCPR) apreenderam na manhã desta quinta (29) 170 quilos de drogas, entre cloridrato de cocaína e crack, em Santa Terezinha de Itaipu, no extremo Oeste do Paraná. Dois homens foram presos em flagrante.

Segundo a PRF, policiais abordaram dois veículos utilitários esportivos de luxo na BR-277, por volta das 7h. Durante a vistoria na BMW X5 e no VW Touareg , encontraram as drogas escondidas em fundos falsos dos veículos.

Drogas estavam escondidas em compartimentos falsos nos carros. Foto: Reprodução/PRF

Os dois motoristas foram detidos, mas não informaram a origem e o destino das drogas. A ocorrência foi registrada na Polícia Federal.

Ainda conforme a PRF, as drogas apreendidas representam um prejuízo de cerca de R$ 16 milhões aos cofres das organizações criminosas.