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Redação

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O STJ (Supremo Tribunal de Justiça) aceitou nesta terça-feira (7) pedido feito pela defesa do ex-governador do Paraná Beto Richa, o qual aponta irregularidades da 9ª Vara Criminal de Curitiba em determinar o desmembramento de uma investigação da Operação Quadro Negro.

A decisão foi proferida pelo ministro do STJ Raul Araújo que definiu que seja feita uma análise sobre o julgamento feito na 9ª Vara Criminal de Curitiba.

O ministro Raul Araújo ainda determinou que os processos em primeira instância da Quadro Negro não serão anulados enquanto termina a análise desse caso.

Segundo a defesa de Beto Richa, a 9ª Vara Criminal de Curitiba não poderia ter desmembrado o processo de investigação sobre Durval Amaral, conselheiro do TCE-PR (Tribunal de Contas do Paraná).

A decisão não poderia ter sido tomada porque autoridades com direito a foro privilegiado devem ser julgadas pelo STJ e não na primeira instância da Justiça.

Procurada a defesa de Beto Richa não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem.

RELEMBRE A OPERAÇÃO QUADRO NEGRO

A Operação Quadro Negro investiga o desvio de verba que seria usada na construção e reforma de escolas do estado entre 2012 e 2015. Segundo as investigações, a Construtora Valor recebeu aproximadamente R$ 20 milhões, mas não entregou as obras.

A investigação conduzida pelo Gaeco (Grupo de Combate ao Crime Organizado) apontou que o esquema de corrupção tinha como principal objetivo financiar campanhas políticas do ex-governador do Paraná Beto Richa.

O nome de Durval Amaral foi citado por uma advogada da Construtora Valor, apontando que o conselheiro do TCE-PR recebeu dinheiro de Eduardo Lopes de Souza, proprietário da empresa.

Richa chegou a ficar preso por 17 dias em 2019, sendo solto por decisão da 2ª Câmara Criminal do TJPR (Tribunal de Justiça do Paraná). Na época, o Gaeco justificou a prisão defendendo que o ex-governador estava obstruindo as investigações, ordenando a queima de arquivos que comprovavam as irregularidades.

Mas todos os quatro processos que envolvem Richa dentro das investigações Operação Quadro Negro saíram da esfera criminal e serão julgados pela Justiça Eleitoral.

Jorge de Sousa – Paraná Portal
Foto: Geraldo Bubniak/AGB


A Secretaria da Educação e do Esporte do governo do Paraná divulgou nesta terça-feira (7) que a volta às aulas presenciais durante a pandemia de covid-19 ainda não têm data definida. A informação desmente a mensagem, compartilhada em redes sociais, que as atividades retornariam no dia 17 de agosto.

A definição do retorno das aulas presenciais será feita por decisão de um comitê criado durante a pandemia com o objetivo de criar o plano de retomada com base no monitoramento da doença feito pela Sesa (Secretaria de Estado de Saúde).

Além da secretaria da Educação e Saúde, estão envolvidos integrantes das secretarias do Planejamento e de Projetos Estruturantes, e representantes de escolas particulares e professores.

O diretor-geral da Secretaria da Educação, Gláucio Dias, explica que a intenção do comitê, além de trazer segurança aos paranaenses, é justamente evitar especulações e trazer informações precisas sobre a volta das aulas presenciais.

“Antes de definirmos data, vamos definir como faremos a volta. Isso passa por questões como a gestão de pessoal, com a preocupação de não expor ninguém, em especial do grupo de risco”, destacou o diretor.

“Queremos trazer segurança para as famílias paranaenses, e isso se faz com planejamento sério e informação. Este é o momento crítico da doença. Estamos acompanhando de perto o trabalho feito pela Secretaria da Saúde e só voltaremos quando pudermos garantir a segurança de todos, dos alunos, dos pais e mães e também dos professores e servidores da Educação”, completou.

Redação Paraná Portal


A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) confirmou mais 1.530 casos e 31 mortes por Covid-19 no Paraná. O boletim diário do coronavírus foi atualizado na tarde desta terça-feira (7).

Assim, o total acumulado desde março chega a 33.939 casos e 837 mortos por complicações da doença.

De acordo com a Sesa, o Paraná tem 770 pacientes internados com diagnóstico positivo para Covid-19. Destes, 298 ocupam leitos de UTI e 472 fazem o tratamento em leitos de enfermaria.

Além daqueles pacientes com diagnóstico confirmado, outros 964 estão internados com quadros respiratórios, mas ainda aguardam o resultado dos exames. São considerados casos suspeitos da doença.

CORONAVÍRUS NO PARANÁ

COVID-19: NOVAS MORTES

O boletim atualizado nesta terça-feira (7) pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) incluiu mais 31 mortes aos registros oficiais da doença no Paraná.

Conforme a secretaria estadual, as vítimas da Covid-19 eram 12 mulheres e 19 homens, com idades entre 47 e 95 anos. Os óbitos aconteceram entre os das 13 de maio e 6 de julho.

Os pacientes moravam em  Curitiba (7), Londrina (3), Ivaiporã (2), Piraquara (2), Boa Vista Da Aparecida, Bom Sucesso, Campo Mourão, Cascavel, Cerro Azul, Cianorte, Ibiporã, Jaguapitã, Janiópolis, Marechal Cândido Rondon, Maripa, Ouro Verde do Oeste, Pinhais, Salto Do Itararé, Santo Antônio da Platina, São José da Boa Vista, Wenceslau Braz.

De acordo com a Sesa, o coronavírus está em 93,4% dos municípios do Paraná. 373 das 399 cidades do Estado têm ao menos um diagnóstico de Covid-19. Mortes foram confirmadas em 164 municípios diferentes.

Angelo Sfair – Paraná Portal


Jair Bolsonaro está com o novo coronavírus, é o que aponta o exame divulgado nesta terça-feira (7). Ontem, o presidente apresentou febre e decidiu cancelar a agenda prevista para o restante da semana.

Após a febre, Bolsonaro fez um novo exame para detectar se foi infectado pela Covid-19. O resultado positivo saiu por volta das 12h15 de hoje.

EXAME DE BOLSONARO TESTA POSITIVO PARA CORONAVÍRUS

Nesta segunda-feira (6), para a CNN Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido) disse que estava com febre de 38ºC, porém, a taxa de oxigenação no sangue estava em 96%.

Após os primeiros sintomas, o presidente foi ao Hospital das Forças Armadas, em Brasília, onde foi submetido a exames.

Bolsonaro também afirmou estar tomando hidroxicloroquina e azitromicina de maneira preventiva, mesmo que nenhum dos medicamentos tenha eficácia comprovado no combate à doença. 

Em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, após retornar do hospital, o presidente conversou com alguns apoiadores. “Fiz uma chapa de pulmão. Tá limpo o pulmão, está certo? Fui fazer exame do covid agora há pouco, mas tá tudo bem”, tranquilizou.

Por causa da suspeita, a família do presidente e funcionários da Presidência terão de se submeter a exames da Covid-19.

Mirian Villa Paraná Portal


A crise sanitária dos frigoríficos em meio à pandemia chegou às exportações. Seis unidades de cinco empresas brasileiras tiveram suas autorizações para exportar para China suspensas.

O gigante asiático é um dos principais destinos das vendas externas de proteína animal produzida no Brasil –de janeiro a junho, foram exportadas 365 mil toneladas de carne bovina para a China, alta de 148% em relação a 2019.

A decisão afeta os frigoríficos Minuano e BRF, ambos em relação às unidades em Lajeado (SC), Marfrig, em Várzea Grande (MT), Agra, em Rondonópolis (MT), e duas unidades da JBS, uma em Passo Fundo e outra em Três Passos, no Rio Grande do Sul.

As suspensões da BRF e JBS de Três Passos ocorreram no sábado (4). As demais começaram a receber as sanções a partir do fim de junho. Entre as unidades suspensas, duas produzem carne bovina (Agra e Marfrig), e duas, suína (BRF e JBS em Três Passos. Minuano e JBS em Passo Fundo são produtoras de aves.

O Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse, nesta segunda (6), que solicitará à autoridade chinesa a retirada da suspensão, pois as unidades cumprem todos os requisitos sanitários.

O ministério informou que “recentemente o GACC [sigla em inglês para Administração Geral das Alfândegas] solicitou informações sobre alguns estabelecimentos brasileiros que exportam para a China e que tiveram notícias divulgadas na imprensa do Brasil sobre casos da Covid-19 entre seus trabalhadores”.

Antes de serem atingidas pela restrição para exportação, essas unidades frigoríficas vinham sendo alvo de ações e recomendações por parte do MPT (Ministério Público do Trabalho), que considera o setor negligente com a saúde dos trabalhadores.

A gerente-adjunta do Projeto de Adequação das Condições de Trabalho nos Frigoríficos do MPT, procuradora Priscila Dibi Schvarcz, diz que a situação era previsível. “Nós alertamos, diversas vezes, para o fato de que isso acabaria acontecendo. Avisamos que isso acabaria impactando as exportações em alguma momento.”

A unidade da JBS em Passo Fundo suspensa pelos chineses vem tendo problemas desde o início da pandemia. Foi a primeira no país a ser fechada, ainda no início de maio, por determinação judicial após funcionários serem diagnosticado com Covid-19.

Sucessivas decisões judiciais levam ao seu fechamento e reabertura desde então. Na semana passada, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região chegou a determinar a interdição da unidade, mas na sexta-feira (3) o efeito dessa decisão foi suspenso.

Outra unidade vetada pelos chineses que também entrara no radar do MPT é a do Marfrig em Várzea Grande (MT).
Os procuradores do Trabalho em Mato Grosso ainda expediram 11 recomendações a outras empresas para o cumprimento de recomendação de segurança e fornecimento de proteção.

O frigorífico Agra Agroindústria, que também está com habilitação suspensa para exportar, chegou a ser notificado pelo MPT a detalhar as medidas adotadas na área de segurança do trabalho.

O advogado Paulo Roberto Lemgruber Ebert, que representa sindicatos de trabalhadores da região Sul, diz que há uma pressão muito grande para que o ritmo de produção seja mantido, o que leva os trabalhadores a dissimular sintomas tomando antitérmicos e retornando antes ao trabalho. Setor tem casos porque testa e emprega mais, afirma associação.

OUTRO LADO

Francisco Turra, da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), que reúne as indústrias e aves e suínos, diz que o número de trabalhadores do setor com diagnóstico positivo é alto porque o segmento emprega mais e testa mais.

“São poucos os setores que estão em atividades como nós. E temos muitos empregos, além de fazer muitos testes. Fazemos os testes, o casos aparecem. É uma visão equivocada achar que temos mais.”

Turra afirma que a pandemia e os protocolos de segurança chegaram a obrigar uma redução na produção, mas a redução do consumo interno equilibrou a demanda.

O presidente da ABPA afirma também que a interdição dos frigoríficos, especialmente os de aves, coloca essas empresas sob risco de encerramento, pois resultaria no descumprimento de contratos e no eventual fechamento de mercados.

“Abrir mercado é um processo muito difícil. Se você deixa de cumprir, eles vão atrás de outros [fornecedores].”
A Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Importadoras de Carnes Industrializadas) diz que não está falando sobre o assunto.

A JBS afirma que a proteção e a saúde dos funcionários são seu principal objetivo. A empresa diz adotar um rigoroso protocolo de segurança em suas unidades, em conformidade com portaria dos ministérios da Agricultura, da Saúde e da Economia. A empresa informou também que não comentaria a decisão chinesa.

Ao decidir pelas suspensões, o GACC não informou os motivos que o levaram a barrar a produção brasileira.
A Marfrig fechou com o MPT um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com validade nacional. A multa por descumprimento é de R$ 50 mil por cláusula, limitado a R$ 1 milhão por estabelecimento onde houver a comprovação de que os termos não estão sendo cumpridos. Procurada, a empresa disse que não vai comentar.

A BRF diz que está atuando nas autoridades chinesas e brasileiras para reverter a suspensão. A unidade de Lajeado, afetada pela decisão da China, não tem registros de casos, segundo a empresa.
Minuano e Agra não se pronunciaram.

Folhapress
Foto: Divulgação/Sindiavipar


A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã desta terça-feira (7), a operação Fuga da Toca, que cumpre mandados de prisão e busca e apreensão em Chapecó (SC), Fazenda Rio Grande e Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba.

São dois mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão contra dois suspeitos de participarem do roubo contra a Caixa Econômica Federal, no bairro Tatuquara em Curitiba, no dia 30 de setembro de 2019.

Os suspeitos, no dia da ação criminosa, conseguiram fugir do cerco policial.

Na ocasião seis indivíduos participaram da execução do roubo contra a instituição bancária, sendo que quatro suspeitos vieram a óbito após entrar em confronto com equipes policiais.

Os presos serão indiciados pelos crimes de roubo qualificado, dano qualificado, posse e porte de arma de fogo de calibre permitido, crimes cujas penas podem chegar a 20 anos de prisão.

Redação Paraná Portal
Foto: Marcello Camargo/Agência Brasil


Um novo ciclone extratropical vai atingir o Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC) nesta terça (7) e quarta-feira (8), mas terá menos força em relação ao ciclone bomba da semana passada que deixou pelo menos 15 mortos – 13 em SC e um em PR e RS – e milhares de estragos.

A tendência é que o ciclone tenha maior incidência nas terras catarinenses e gaúchas com muita chuva na divisa dos dois estados. Apesar do ciclone não ser considerado “bomba”, existe uma grande preocupação do fenômeno atingir áreas já afetadas. Na quarta, o ciclone se desloca para o litoral, o que aumenta a agitação do mar.

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) já emitiu alerta laranja, o que representa perigo, com possibilidades de granizo e alagamentos em todas as regiões de Santa Catarina e boa parte do Rio Grande do Sul. A previsão é que os ventos podem chegar até 100 km/h.

Entretanto, a previsão do Simepar é que as rajadas mais fortes fiquem entre 70km/h e 80 km/h.

“Rajadas de até 70 e 80 km/h podem ocorrer no Sul do país. Esses ventos são condizentes para causar danos, no entanto, bem menores do que foram na semana passada”, alerta meteorologista Lizandro Jacóbsen.

“A quantidade de chuva é um pouco mais alta para Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Paraná, bem menos”, completa.

No sábado (2), o presidente Jair Bolsonaro viajou para Santa Catarina e lamentou a destruição após sobrevoar diversas áreas atingidas.

PARANÁ NÃO SERÁ TÃO AFETADO POR NOVO CICLONE

O ciclone extratropical não terá a mesma intensidade do ciclone bomba da semana passada. A previsão do Simepar é que as rajadas de vento, acompanhadas de raios e chuvas, devem ficar entre 50 km/h (quilômetros por hora) e 60 km/h. Além disso, a região Sul do Estado deve ser a mais afetada.

“O da semana passada se intensificou com mais força, a pressão atmosférica caiu mais rápido. Então ele vai atuar no Rio Grande do Sul e terá algumas consequências aqui no Estado”, alerta o meteorologista Paulo Barbieri.

Na semana passada, o recorde da rajada de ventos foi de 119 km/h em Laranjeiras do Sul. Em Curitiba, o vento chegou a 98km/h.

De acordo com a Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, o ciclone afetou cerca 27 mil pessoas em 83 municípios. Uma pessoa morreu e outras 11 ficaram feridas. Cerca de 5,3 mil casas foram danificadas e 10 destruídas. Além disso, as quedas de árvores e postes deixaram cerca 1,8 milhão de pessoas sem luz, além de afetar o abastecimento de água. A Copel (Companhia Paranaense de Energia) definiu o ciclone bomba como o pior fenômeno da história do Estado. Nesta segunda-feira (6), mais de 10 mil casas ainda estavam sem luz..

Como de costume, o ciclone ainda antecipa a intensificação do frio. “Temos uma frente fria entre o Rio Grande do Sul e o sul do Paraná. Esse ciclone se forma a partir de hoje e vai forçar essa frente a subir. Entre terça e quarta, essa frente começa a se deslocar e aumenta a instabilidade”, completa Barbieri.

CICLONE: O QUE É E COMO SE PROTEGER

Os ciclones são grandes massas de ar ao redor de um centro de baixa pressão atmosférica que carregam muita umidade e realizam um movimento giratório, deslocando-se de uma região para outra. Nesse cenário, originam chuvas torrenciais e rajadas de vento.

Segundo o Inmet, há três formas de se proteger: não se abrigar debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda) e, caso seja possível, desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Para mais informações, basta ligar à Defesa Civil (199) ou Corpo de Bombeiros (193).

Redação Paraná Portal


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (6) que realizará um novo exame para detectar se contraiu o coronavírus.

“Eu vim do hospital, fiz uma chapa do pulmão, tá limpo pulmão. Vou fazer exame do Covid agora pouco, mas está tudo bem”, disse Bolsonaro, ao chegar ao Palácio da Alvorada. As suas declarações foram transmitidas por um canal bolsonarista no YouTube

O presidente, que tem 65 anos de idade, não esclareceu a razão que o levará a fazer um novo teste nem informou se apresenta sintomas da doença.

Desde o início da crise mundial do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem dado declarações nas quais busca minimizar os impactos da pandemia e, ao mesmo, trata como exageradas algumas medidas que estão sendo tomadas no exterior e por governadores de estado no país.

Nos protestos de 15 de março, por exemplo, Bolsonaro desrespeitou recomendações do Ministério da Saúde e cumprimentou apoiadores.

“Se eu resolvi apertar a mão do povo, desculpe aqui, eu não convoquei o povo para ir às ruas, isso é um direito meu. Afinal de contas, eu vim do povo. Eu venho do povo brasileiro.” Depois, em pronunciamento em cadeia de rádio e TV, falou em “gripezinha ou resfriadinho”.

Folhapress


O governador do Paraná, Ratinho Junior, sancionou nesta segunda-feira (6) alteração no decreto estadual 4.942/2020 e incluiu a Regional de Saúde de Paranaguá dentro das medidas restritivas ao novo coronavírus.

A medida havia sido antecipada neste domingo (5) pelo secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Dessa forma os municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Guaratuba, Matinhos, Morretes, Paranaguá e Pontal do Paraná estão enquadrados pelo decreto.

Entre as medidas previstas estão a suspensão de serviços não essenciais como shoppings, comércios, academias e centros de estética, além do fechamento aos domingos de supermercados e padarias.

O decreto 4.942/2020 já havia determinado regras para outras sete regionais de saúde do Paraná – que na visão da Secretaria de Estado da Saúde, estavam em risco de colapso no sistema público hospitalar devido ao crescimento dos casos de coronavírus.

Nos últimos sete dias, os casos de coronavírus nos municípios do Litoral do Paraná cresceram 118%, saltando de 312 para 683, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde.

Jorge de Sousa – Paraná Portal
Foto: José Fernando Ogura/ANPr


Um helicóptero caiu na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro (RJ), nesta segunda-feira (6). De acordo com o Corpo de Bombeiros, dois tripulantes foram resgatados com vida, sem lesões aparentes.

O acidente aéreo aconteceu próximo ao Museu do Amanhã, na Praça Mauá, por volta das 14h45. Equipes da Marinha do Brasil foram as primeiras acionadas para fazer o resgate.

Conforme a Marinha, duas pessoas estavam a bordo do helicóptero, que pertence `empresa Omni Táxi Aéreo. Elas foram resgatadas com vida por uma embarcação que passava no momento da queda.

Além disso, o Corpo de Bombeiros também enviou equipes de salvamento para o local. Conforme relatos, a aeronave atingiu a água e logo afundou. De acordo com a Marinha, por enquanto, não foram identificados vazamentos de óleo.

Em nota, a Escola de Aviação Omni informa que o helicóptero que caiu no Baía de Guanabara fazia um voo de instrução em área próxima à Praça Mauá.

“A aeronave, modelo R22, realizou um pouso na água durante um voo de instrução. Duas pessoas estavam a bordo, sendo um instrutor e um aluno, que passam bem”, diz o texto.

As causas do acidente ainda são apuradas.

*Com informações da Agência Brasil

Redação Paraná Portal