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Redação – Paraná Portal
Foto: Reprodução/Google Street View

Um homem foi baleado neste domingo (25) em uma praça no bairro Guaíra, em Curitiba, após uma discussão por conta das fezes de seu cachorro.

De acordo com a Guarda Municipal de Curitiba, a situação aconteceu por volta das 13h na Praça Bento Munhoz da Rocha.

A discussão teria sido motivada após o homem não ter recolhido as fezes do animal enquanto passeava. A outra pessoa envolvida no desentendimento, um policial federal aposentado, desferiu dois disparos contra o dono do animal.

A Guarda Municipal possui um módulo na praça, localizada na Avenida Presidente Kennedy, próximo à sede do Paraná Clube, e foi acionada. Uma ambulância do Siate foi chamada para socorrer a vítima baleada, ferida na mão e na perna.

O autor dos disparos foi levado à Central de Flagrantes, no Centro. Ainda conforme a GM, a Polícia Federal também foi acionada.

Redação – Paraná Portal
Foto: Rodrigo Félix Leal/AEN

5,6 milhões de toneladas foram transportadas, na importação e exportação, em contêineres pelo Porto de Paranaguá nos primeiros seis meses de 2021. O volume é cerca de 12% maior do que as 5 milhões de toneladas no mesmo período de 2020.

No total, foram 2.973.873 toneladas de cargas embarcadas de exportação. De importação, foram 2.589.673 toneladas.

O frango é o produto mais exportado em contêineres pelo terminal do Paraná. De janeiro a junho, 875.872 toneladas saíram do Porto de Paranaguá rumo ao mercado internacional. Com alta de 2% em relação às 855.782 toneladas registradas no mesmo período do ano anterior, o produto representa 33% de tudo o que é embarcado em contêineres pelo porto paranaense.

Cerca de 80% da carne de ave congelada que saiu por Paranaguá no primeiro semestre é fruto da produção paranaense. Os outros 20% se dividiram entre produtos do Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Espírito Santo.

A China segue como o principal destino do frango exportado pela TCP, empresa que opera este tipo de carga no Paraná. Também são compradores da carne o Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes, África do Sul e outros mais de cem países.

O Porto de Paranaguá, através da TCP, opera o maior corredor de exportação de aves congeladas no mundo.

“Oferecemos ao produtor a maior estrutura reefer da América Latina e soluções intermodais que garantem a segurança e a qualidade das cargas que são escoadas pelo terminal”, afirma o diretor comercial e institucional da empresa, Thomas Lima.

De acordo com o representante da diretoria da TCP, o terminal tem um pátio com 3.624 tomadas para conexão dos contêineres refrigerados que são utilizados para o transporte da carga, com monitoramento 24 horas, além de ramais ferroviários que ligam o Interior do Estado diretamente à área alfandegada.

Essa infraestrutura é o que permite que a exportação de frango e outros congelados se destaque pelo porto paranaense.

Também têm evidência na exportação por contêineres a madeira (13% do movimentado em toneladas); celulose (7%), papel (3%), carne bovina (3%), carne suína (2%), cortumes (2%) e gordura e óleos (2%). Os 35% restantes são divididos entre outros 58 tipos de produtos.

IMPORTAÇÃO NO PORTO DE PARANAGUÁ

Entre os itens mais importados em contêineres pelo Porto de Paranaguá estão os fertilizantes, que representam 11% do total dos produtos que chegam na modalidade. No primeiro semestre do ano, foram 225.310 toneladas de produtos desembarcadas em big bags – 15,7% a menos que no ano passado (267.447 toneladas).

O segundo produto que mais chega em contêineres pelo terminal paranaense é o plástico – 9% do total importado em contêineres. Em volume, as importações cresceram 44%. Neste ano, de janeiro a junho, foram 185.773 toneladas. Em 2020, no mesmo período, 128.939 toneladas.

Ainda estão entre as cargas de importação em contêineres, com as maiores participações: produtos químicos orgânicos (que representam 6% do total); máquina, equipamentos e matérias elétricos (5%); reatores, caldeiras e máquinas industriais (5%); produtos siderúrgicos (4%); borracha (4%); produtos diversos da indústria química (35) e papel (3%). Outros 50% são divididos entre 64 produtos diferentes.

Ludmilla Souza – Agência Brasil
Foto: Gilson Abreu/AEN

O Instituto Butantan entregou na manhã desta segunda-feira (26) mais 1,5 milhão de doses da Coronavac,  vacina contra o SARS-CoV-2, ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde.

Com a nova entrega, as liberações chegam à marca de 60,149 milhões de doses fornecidas ao Ministério da Saúde desde 17 de janeiro deste ano, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com dados do Instituto Butantan, desde o dia 14 de julho até hoje, foram entregues 7 milhões de doses da vacina. Essas novas entregas são referentes à produção de um novo lote de 10 milhões de doses processadas a partir dos 6 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA), recebidos no dia 26 de junho.

As vacinas liberadas hoje fazem parte do segundo contrato firmado com o Ministério da Saúde, de 54 milhões de vacinas. O primeiro, de 46 milhões, foi concluído em 12 de maio. O Butantan trabalha para completar, até o fim de agosto, 100 milhões de doses disponibilizadas ao PNI.

A matéria-prima recebida em junho foi envasada no complexo fabril do Butantan, na zona oeste da cidade de São Paulo, e passou por etapas como embalagem, rotulagem e controle de qualidade das doses.

Na madrugada do último dia 13, o instituto recebeu carga recorde de 12 mil litros de matéria-prima para produzir e entregar outras 20 milhões de doses.

Redação – Paraná Portal
Foto: Jose Fernando Ogura /AEN

O Paraná superou a marca de 7,5 milhões de doses aplicadas e ocupa a quinta posição no ranking de estados que mais vacinam contra a covid-19.

O Estado passou a Bahia, mas ainda está atrás de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Os dados são atualizados em tempo real no sistema do Ministério da Saúde e mostram que 2.035.550 de paranaenses receberam a segunda dose ou a vacina da Janssen, que é apenas uma dose.

No total, 5,5 milhões de pessoas no Paraná receberam a primeira dose, o que corresponde a 66,5% da população adulta de acordo com a estimativa populacional do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Além disso, isso significa que metade da população paranaense já tomou uma dose (considerando que o Paraná conta com 11.516.840 habitantes.

“Seguimos com nosso objetivo de criar esse escudo de proteção que a vacina oferece e ampliar, a cada dia, o número de paranaenses vacinados. Quando o grupo de pessoas imunizadas aumenta, diminui a transmissão e a contaminação geral da população. A vacinação tem sido o principal instrumento de defesa nesse momento, é isso que vai nos dar a condição de superar essa dificuldade do coronavírus”, diz o secretário da Saúde, Beto Preto.

A campanha de imunização, porém, deve atingir neste momento apenas a população maior de 18 anos, que é de 8.714.136 pessoas.

A previsão do Governo do Estado é que 80% desse público receba ao menos uma dose até o final de agosto, chegando a 100% até o fim de setembro.

RANKING VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 NAS CIDADES DO PARANÁ

Em doses absolutas, os municípios que mais aplicaram vacinas foram Curitiba (1.322.290); Londrina (386.429), Maringá (367.419), Cascavel (225.607), Ponta Grossa (197.316), Foz do Iguaçu (175.095), São José dos Pinhais (170.765), Colombo (130.224), Paranaguá (114.371); e Guarapuava (100.493).

Em relação à população geral, o Ranking da Vacinação aponta três municípios acima de 70% (Pontal do Paraná, Barra do Jacaré e Maringá) e 32 acima de 60% (com Guaraqueçaba, Santa Cecília do Pavão, Nova Santa Bárbara, Matinhos e Nova Aliança do Ivaí na liderança).

Paraná deve receber entre terça e quarta mais 649.420 doses de vacinas contra a Covid-19. O envio da nova remessa foi confirmado pelo Ministério da Saúde ontem e o lote inclui cerca de 130 mil doses para a primeira aplicação, o que deve garantir o avanço da campanha de imunização por idade no Estado.

Pedro Ribeiro – Paraná Portal
Foto: Foto/divulgação

Espaço Ecológico João Mineiro, em Morretes, amplia opções de turismo em meio à mata atlântica

Embalada pela brisa do mar, dona única de beleza natural, onde a exuberante Mata Atlântica, formada por monumentais conjuntos de montanhas de onde brotam centenas de rios que oxigenam a vida e alimentam a produção no campo, Morretes, berço da cultura paranaense, encanta seus moradores e turistas.

Ao lado de tudo isso, ou seja, aos pés do Conjunto Marumbi, na porta do majestoso Nhundiaquara e no coração da mata atlântica, está enraizado o Espaço Ecológico João Mineiro., fruto de anos de convivência sustentável com a natureza. Ali João Mineiro, um construtor e apaixonado pela natureza, edificou um espaço para turistas que viajam de motor-home em busca de aventuras no meio da mata e dos rios.

No Porto de Cima, tradicional bairro de Morretes, ao lado da centenária Ponte de Ferro e da Estrada da Graciosa, João Mineiro foi, aos poucos, desenhando o local com trilhas temáticas no meio da floresta, com pontos de apreciação de pássaros, plantou centenas de árvores frutíferas da região para preservar a entrada do rio Nhundiaquara onde possui estrutura para o bóia-cross, além de um amplo estacionamento para motor-homes, carros, vans e motos.

Como diz João Mineiro, que além de construtor é músico, “nosso espaço é para recreação, para lazer e conhecimento da natureza. Daqui nada sai e a única coisa que pode tirar é fotografias”.

Izabel, a gerente do espaço, explica que o Espaço Ecológico João Mineiro é um camping e pousada, localizado na estrada das prainhas, próximo à entrada do Caminho do Itupava e da Ponte de Ferro. “Ao lado do Rio Nhundiaquara, você pode aproveitar o dia com a família utilizando nossa infraestrutura de estacionamento, banheiros, churrasqueiras, quartos, trilha e outras atividades programadas pela equipe de recepção”.

A estrutura do campíng é constituída por vestiários, pontos de água para boia-cross, quartos com café da manhã, restaurante, churrasqueiras cobertas e portáteis, lanchonete e salão de festas, além de uma espaçosa cozinha comunitária.

Serviço:

Contato:

(41) 99770-9819

e-mail:

izabelelaine27@gmail.com

Redação – Paraná Portal
Foto: Chuniti Kawamura/AEN

Um alerta para ventos de até 75 km/h foi emitido para o litoral do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, entre a tarde de terça-feira (27) e a manhã de quarta-feira (28). O aviso vem de encontro com uma onda de frio que atinge o Brasil nesta semana.

De acordo com a Marinha, os ventos são de direção sudoeste a sudeste. Além disso, estão previstas ondas de até quatro metros de altura, em alto-mar, na faixa litorânea entre Santa Catarina e Rio de Janeiro.

A orientação é que os navegantes consultem os alertas antes de se lançarem ao mar. As informações meteorológicas podem ser encontradas no site da Marinha, na página do Serviço Marinho no Facebook, assim como no aplicativo “Boletim ao Mar”.

ONDA DE FRIO ATINGE PARANÁ

Uma massa de ar polar prevista para essa semana promete derrubar as temperaturas no Paraná em uma nova onda de frio.  A Defesa Civil diz que, de fato, a massa de ar polar que se aproxima deve acarretar no registro das menores temperaturas do ano.

No entanto, devem permanecer dentro dos padrões típicos do inverno do Sul do Brasil. A partir de terça-feira (27), o avanço da frente fria deve trazer chuva e derrubar as temperaturas em todos os setores do Paraná.

O eventual estabelecimento da massa de ar polar deve favorecer um “acentuado declínio das temperaturas a partir de quarta-feira (28)”, condição que deve se manter na quinta-feira (29), com previsão de geadas amplas no Estado.

Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (26) amplia a lista de produtos médicos, hospitalares e de higiene cuja exportação está proibida, por serem considerados “essenciais ao combate à epidemia de coronavírus no Brasil”.

A inclusão de novos produtos na lista foi possível graças à alteração da lei 13.993, aprovada pelo Congresso Nacional em março de 2020 e sancionada, em abril do mesmo ano, pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em vigor enquanto durar o estado de emergência em saúde pública, a lei, em seu formato original, proíbe a exportação de ventiladores pulmonares mecânicos e circuitos; camas hospitalares; monitores multiparâmetros e equipamentos de proteção individual (EPIs) de uso na área de saúde, como luva látex, luva nitrílica, avental impermeável, óculos de proteção, gorro, máscara cirúrgica e protetor facial.

Os produtos agora incluídos na lista são:

  • solução de cloreto de sódio 0,9%, em frasco/ampola com volume igual ou inferior a 10 ml;
  • seringas, sem agulha, de plástico, com capacidade de 1 ml;
  • seringas, sem agulha ou com agulhas de 22 Gx1″, 23 Gx1″ ou 24 Gx3,4″, de plástico, com capacidade de 3 ml;
  • agulhas hipodérmicas de aço inoxidável, com dimensão de 22 Gx1″, 23 Gx1″ ou 24 Gx3,4″;

Conforme o texto original, o governo pode incluir outros produtos na lista de restrição. O Poder Executivo também poderá excluir itens, desde que a decisão seja fundamentada e sem que prejudique o atendimento à população.

Agência Brasil
Foto: Divulgação/AEN

As exportações brasileiras de rochas ornamentais registraram, no primeiro semestre de 2021, um faturamento de US$572 milhões.

Trata-se de um aumento de 43,83% na comparação com os primeiros seis meses do ano passado, quando os negócios foram impactados pela pandemia de covid-19.

É também o melhor desempenho dos últimos cinco anos, superando o faturamento de US$ 566 milhões entre janeiro e junho de 2017.

Os dados foram divulgados pelo Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas), entidadade que reúne 101 empresas do setor.

BRASIL É O QUINTO MAIOR EXPORTADOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS

O Brasil é atualmente o quinto maior exportador mundial de rochas ornamentais. A região Sudeste responde por 93% dos negócios do país. Espírito Santo (82%) e Minas Gerais (11%) se destacam como os maiores estados exportadores, seguidos pelo Ceará (2%) e Bahia (1%).

No recorte por tipo de produto, o maior crescimento no faturamento foi observado entre os blocos de mármore e similares, que chegou a 70,63%. As variações também são influenciadas pela alta de preços no mercado internacional já que, em volume exportado, o crescimento foi de 20,42%: saiu de 928,4 mil toneladas no primeiro semestre de 2020 para 1,12 milhão de toneladas entre janeiro e junho desse ano.

MERCADO INTERNACIONAL

De acordo com o relatório do Centrorochas, os três maiores consumidores das rochas brasileiras nos primeiros seis meses de 2021 foram Estados Unidos, China e Itália. O mercado americano demanda prioritariamente rochas manufaturas. Já o mercado chinês e italiano têm tido preferência por rochas brutas.

Para promover os produtos brasileiros no mercado internacional, o Centrorochas assinou em maio um convênio setorial com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), vinculado ao Ministério das Relações Exteriores.

O crescimento do setor para este ano na comparação com 2020 foi estimado em 4,2%. O faturamento com as exportações fechou em U$S 987 milhões no ano passado. A expectativa, conforme as projeções, é encerrar 2021 com um montante de US$ 1,029 bilhão.

William Bittar – CBN Curitiba
Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN

Dezenas de produtores rurais que vendem frutas, verduras e legumes no Mercado do Produtor da Ceasa (Centrais de Abastecimento do Paraná) fazem uma manifestação em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, na manhã desta segunda-feira (26), pedindo ajustes na lei 20.302/2020 que dispõe sobre a organização e o funcionamento das centrais de abastecimento.

Conforme os produtores, antes da lei, eram disponibilizados seis dias de vendas dos produtos na Ceasa. No entanto, agora são apenas quatro dias de vendas, o que prejudica o escoamento dos alimentos e diminui o tempo de comercialização.

Segundo Paulo Roberto dos Santos Biscaia, presidente da Aprotiba (Associação dos Produtores Rurais da Ceasa de Curitiba), a associação não foi chamada para participar da mesa de negociações e isso prejudicou os produtores rurais.

Biscaia diz ainda que o objetivo da manifestação pacífica é o de conseguir com que o governador Ratinho Júnior escute a classe e promova a alteração na lei.

“Ao menos uma mesa de negociação para que a gente possa colocar e o governador assinar para nós que o grupo de vizinhança tem sim direito de frequentar a Ceasa cinco dias na semana. Essa é uma das pautas nossas, a outra é que a diretoria da Ceasa reconheça e aceite a Aprotiba como representantes dos produtores rurais”, explicou.

Durante o protesto, os produtores rurais vão distribuir os alimentos que, normalmente, seriam vendidos na Ceasa. Em agosto do ano passado, os produtores rurais já haviam feito a primeira paralisação.

Redação – Paraná Portal
Foto: Divulgação/PRF

Duas pessoas morreram em um grave acidente na BR-277, na madrugada deste domingo (25). O choque entre caminhões foi em Balsa Nova, na região metropolitana de Curitiba.

A batida foi no quilômetro 133 da rodovia  e envolveu dois caminhões.

Os corpos das duas vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Curitiba.

De acordo com as informações da Polícia Rodoviária Federal os caminhões foram retirados da pista no decorrer da manhã e não há interdições no local.

O acidente ocorreu por volta das 5 horas da manhã deste domingo.

*Com informações da CBN