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Redação

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Damares defende indicação de Eduardo Bolsonaro: “é um menino culto”

Em viagem aos Estados Unidos, a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) defendeu nesta terça-feira (16) a virtual indicação de Eduardo Bolsonaro ao cargo de embaixador do Brasil em Washington e disse que o presidente Jair Bolsonaro terá “capacidade de discernimento e inteligência” para fazer a escolha.

Desde a semana passada, quando o presidente afirmou que nomearia o filho para o cargo de maior prestígio da diplomacia brasileira no exterior, oposição e aliados -inclusive o escritor Olavo de Carvalho, guru ideológico do governo- têm criticado a possível indicação.

Damares, por sua vez, afirmou em entrevista a uma rádio de Miami que Eduardo é “um menino culto e inteligente”, considerado por ela uma das pessoas “mais capacitadas do Brasil”.

Acrescentou ainda que não há nepotismo caso o movimento se concretize -defensores da medida afirmam que uma indicação política não se enquadra nesse quesito.

“Primeira coisa que temos que falar é que não existe nepotismo nessa indicação. Segundo, é possível um civil que não seja da carreira diplomática ser embaixador? Claro que é. A lei prevê isso.

Terceiro, e se ele for indicado, o presidente está errando? O presidente está escolhendo uma das pessoas mais capacitadas no Brasil”, afirmou Damares à Nossa Rádio USA.

“Estou tranquila com a decisão do meu presidente, seja qual for a decisão que ele tomar, acredito na capacidade de discernimento e na inteligência do meu presidente. E vou parar por aqui: a decisão que o presidente tomar, terá meu aplauso”, completou.

A ministra cumpre agenda em Miami antes de seguir, nesta quarta-feira (17), para a capital americana, onde participa de um evento sobre liberdade religiosa promovido pelo Departamento de Estado dos EUA com autoridades de todo o mundo.

Ainda em defesa de Eduardo, Damares disse que o deputado passou no vestibular de uma universidade federal [UFRJ] e no concurso da Polícia Federal e fala três idiomas.

Como não é diplomata de carreira, Eduardo é alvo de críticas públicas e veladas de integrantes do Itamaraty e ex-embaixadores.

“Um jovem extremamente preparado, menino culto, inteligente, um parlamentar extremamente bem avaliado e hoje na CRE [Comissão de Relações Exteriores] não é uma pessoa que vai entrar nesse universo sem conhecer as relações exteriores”, afirmou a ministra.

O presidente segue na defesa do nome do filho para o posto em Washington. Ele tem o aval do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, mas encontra resistência no Senado.

O nome de Eduardo precisa ser aprovado pelos parlamentares antes de ser oficializado. Aliados do Planalto dizem que o clima não é extremamente positivo para o deputado no Congresso.

Na Embaixada do Brasil nos EUA e mesmo entre parlamentares americanos aliados ao governo Bolsonaro o sentimento é de espera.

Sabem que o modo de governar do presidente muitas vezes é no impulso e no improviso e que a nomeação de Eduardo só deve ser levada a sério quando for publicada no Diário Oficial da União.





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Moro critica campanha contra a Lava Jato: “está beirando o ridículo”

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, usou o Twitter nesta terça-feira (16) para criticar a perseguição que a Operação Lava Jato vem sofrendo.

“Sou grande defensor da liberdade de imprensa, mas essa campanha (…) a favor da corrupção está beirando o ridículo. Continuem, mas convém um pouco de reflexão para não se desmoralizem. Se houver algo sério e autêntico, publiquem por gentileza”, disparou o ex-magistrado.

A Lava Jato vem sofrendo ataques desde o dia 9 de junho, quando o site The Intercept vai divulgando supostas mensagens entre os procuradores da força-tarefa e também com Moro. O objetivo vai sendo desestabilizar toda a operação, responsável por 155 pessoas condenadas em 242 sentenças nos cinco anos de duração. Além disso, as imagens de Moro e do procurador Deltan Dallagnol também vão sofrendo ataques.

Vale lembrar que o Ministério Público Federal (MPF) está investigando uma ação criminosa de um hacker dias antes da primeira divulgação. O indivíduo teria invadindo e clonado aparelhos celulares dos procuradores. Por fim, o outros alvos do ataque cibernético foram os familiares dos profissionais que trabalham na Lava Jato.

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LAVA JATO

A primeira fase foi deflagrada no dia 17 de março de 2014 e 60 fases já foram realizadas até aqui. A operação é conduzida por uma força-tarefa composta por membros da Polícia Federal, Ministério Público Federal, Receita Federal, Banco Central e Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Cerca de R$ 2,5 bilhões já foram devolvidos à Petrobras, a estatal que teve maior prejuízo com os esquemas de corrupção que envolveram algumas das maiores empresas, empresários, políticos e partidos do país.

E ainda há R$ 11,5 bilhões a serem ressarcidos ao erário, conforme acordos já firmados com a Justiça Federal. Além disso, em 13 acordos de leniência com empresas envolvidas, há previsão de ressarcimento de R$ 13 bilhões. Valor que, segundo dados do Ministério Público Federal (MPF), ainda pode chegar a R$ 40 bilhões.



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Lava Jato do Rio denuncia seis pessoas por corrupção; propina identificada foi de R$ 875 mil

A força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro denunciou à Justiça Federal Lineu Martins, ex-chefe de gabinete da Fundação Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ), na gestão do ex-presidente Henrique Ribeiro, e mais cinco pessoas, por corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro. A partir de acordos de leniência e colaboração premiada, o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ) identificou o pagamento de propina de R$ 875 mil recebida por Lineu nos contratos do DER com a empresa Route Tecnologia.

Na denúncia, o MPF escreveu que Lineu tinha por função acompanhar, fiscalizar e controlar a execução de contratos e convênios firmados com o DER. A empresa Route integrava o Consórcio Guanabara, contratado em 2010 para prestação de serviços de fiscalização de trânsito, de operação e gestão nas vias sob jurisdição do órgão. Para tanto, apresentou a proposta de leitura de placas de veículos em tempo real e o monitoramento de estradas por motocicletas equipadas com câmeras.

Para desenvolver o sistema, Lineu forçou a subcontratação da empresa Softhard Soluções, administrada por seu irmão, Andriano Martins, e que tinha como sócia sua mulher, Juliana Castilho, ambos também denunciados.

Os procuradores da República informaram na denúncia que “devido aos sócios da empresa serem o irmão e a esposa de Lineu, a apropriação da propina por este estava sobremodo facilitada, podendo o denunciado usufruir dos valores ilícitos de variadas formas, de difícil rastreamento. Cumpre ressaltar que os depósitos feitos pela Route Tecnologia à Softharde às vezes eram maiores que o previsto mensalmente para os contratos, tendo em vista que não era incomum haver atrasos no pagamento por parte do governo fluminense”.

Pagamentos

De acordo com o MPF-RJ, pelo serviço, eram pagos R$ 51 mil por mês. Na análise das movimentações bancárias também foi identificado o repasse mensal de R$ 62,5 mil por pouco mais de um ano, o que correspondia a cerca de 1% do valor do contrato da Route com o DER e a transferência, em sequência, dos mesmos R$ 62,5 mil de Andriano para Juliana.



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Bruna Marquezine é flagrada com modelo Younes Bendjima, ex de Kourtney Kardashian

Montagem: Paraná Portal

Bruna Marquezine, 23, se mudou há poucos dias para Los Angeles e já está em manchetes de jornais internacionais. Depois de um jantar nesta segunda-feira (16), a atriz brasileira foi vista saindo de um restaurante em Los Angeles ao lado do modelo Younes Bendjima, 26, que é ex-namorado da socialite Kourtney Kardashian, 40.

Os dois foram flagrados por diversos paparazzis americanos dentro de um automóvel de luxo, após saírem juntos do restaurante. O modelo argelino ganhou fama ao namorar uma das Kardashian de 2016 a 2018, se separando de Kourtney em agosto do ano passado.

Essa não é a primeira vez que os dois são vistos juntos. No final do junho, ambos estiveram presentes no desfile campestre de 10 anos da grife Jacquemus em campos de lavanda do sul da França.
Bruna Marquezine está vivendo em Los Angeles e tem compartilhado sua rotina nas redes sociais. Há poucos dias, ela contou que sentiu um terremoto, mas tranquilizou seus fãs, dizendo que o tremor não foi em Los Angeles, alegando que brasileiros não sabem lidar com isso.

“Cheguei na Califórnia ontem e já teve um terremoto”, escreveu. Diante da notícia, muita gente começou a perguntar se ela estava bem e se não havia se machucado.

“Estou, graças a Deus. Não foi em Los Angeles, mas deu para sentir. Está tudo bem. Só estou assustada, né? Brasileiros não sabem lidar com essas coisas”, publicou.





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Toffoli atende a pedido de Flávio Bolsonaro e suspende inquéritos com dados do Coaf

A pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, suspendeu todos os inquéritos que tramitam em todas as instâncias da Justiça que tenham partido de dados detalhados compartilhados por órgãos de controle, como o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), sem prévia autorização judicial.

A decisão beneficia Flávio, filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), e paralisa a investigação que está sendo realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro e que envolve o ex-assessor Fabrício Queiroz.

A apuração, segundo a defesa do senador, começou com compartilhamento de informações do Coaf e só depois a Justiça fluminense autorização a quebra de sigilo bancário. A decisão de Toffoli é desta segunda-feira (15).

A defesa de Flávio alegou ao Supremo que há, em discussão na corte, um tema de repercussão geral (que afeta o desfecho de todos os processos semelhantes no país) que trata justamente da possibilidade, ou não, de compartilhamento de dados por órgãos de controle sem prévia autorização judicial.

“O MPRJ [Ministério Público do Rio] utilizou-se do Coaf para criar ‘atalho’ e se furtar ao controle do Poder Judiciário. Sem autorização do Judiciário, foi realizada devassa, DE MAIS DE UMA DÉCADA, nas movimentações bancárias e financeiras do requerente [Flávio] em flagrante burla às regras constitucionais garantidoras do sigilo bancário e fiscal”, disse a defesa.

Para a defesa, todos os casos que têm essa controvérsia deveriam estar suspensos. Toffoli concordou com o argumento, sob a justificativa de evitar que, no futuro, quando o STF decidir a respeito, os processos venham a ser anulados.

Em outras oportunidades, Flávio já havia tentado anular a investigação
referente, tanto no Supremo como na Justiça do Rio, mas teve os pedidos negados.

Agora, a defesa do senador “pegou carona” em um processo que já tramitava na corte e que debate a questão do sigilo de modo mais amplo -apesar de também ter nascido de um recurso relativo a um caso concreto, de relatoria de Toffoli, que está sob sigilo no STF.

Trata-se do tema 990 da repercussão geral, que debate a “possibilidade de compartilhamento com o Ministério Público, para fins penais, dos dados bancários e fiscais do contribuinte, obtidos pela Receita Federal no legítimo exercício de seu dever de fiscalizar, sem autorização prévia do Poder Judiciário”.

“As razões trazidas ao processo pelo requerente [Flávio] agitam relevantes fundamentos, que chamam a atenção para situação que se repete nas demandas múltiplas que veiculam matéria atinente ao Tema 990 da Repercussão Geral, qual seja, as balizas objetivas que os órgãos administrativos de fiscalização e controle, como o Fisco, o Coaf e o Bacen [Banco Central], deverão observar ao transferir automaticamente para o Ministério Público, para fins penais, informações sobre movimentação bancária e fiscal dos contribuintes em geral, sem comprometer a higidez constitucional da intimidade e do sigilo de dados”, afirmou Toffoli na decisão.

Segundo o ministro, o plenário do STF já decidiu anteriormente que “o acesso às operações bancárias se limita à identificação dos titulares das operações e dos montantes globais mensalmente movimentados, ou seja, dados genéricos e cadastrais dos correntistas, vedada a inclusão de qualquer elemento que permita identificar sua origem ou a natureza dos gastos a partir deles efetuados”.

“De mais a mais, forte no poder geral de cautela, assinalo que essa decisão se estende aos inquéritos em trâmite no território nacional, que foram instaurados à míngua de supervisão do Poder Judiciário e de sua prévia autorização sobre os dados compartilhados pelos órgãos administrativos de fiscalização e controle que vão além da identificação dos titulares das operações bancárias e dos montantes globais”, escreveu Toffoli.

Não é possível calcular de imediato o impacto da decisão em termos de número de investigações que serão paralisadas, porque será preciso que as autoridades analisem caso a caso.

Os relatórios do Coaf que embasam a investigação contra Flávio e Fabrício Queiroz, ex-assessor dele na Assembleia Legislativa, apresentam informações detalhadas de determinados tipos de movimentação financeira.Em relação ao senador, o órgão federal detalhou hora e data de cada depósito de R$ 2.000 feito entre junho e julho de 2017. Foram no total 48 depósitos, somando R$ 96 mil.

Em relação a Queiroz, o órgão também detalhou hora e data de saques e depósitos feitos em 2016. Este documento é, inclusive, a origem da investigação contra o filho do presidente.

A defesa do senador também alegou ao STF que o Coaf se comunicou diretamente com as instituições financeiras a fim de detalhar informações enviadas pelos bancos. A medida foi vista como um “atalho” à necessidade de autorização judicial para quebra de sigilo bancário.

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro marcou para tarde desta terça (16) julgamento sobre habeas corpus de Flávio sobre o mesmo tema.

Os desembargadores devem expedir uma decisão confirmando se o caso de Flávio se encaixa ou não na decisão de Toffoli.



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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na tarde de segunda (16), dois homens acusados de assaltar a praça de pedágio de São Luiz do Purunã (PR) no último sábado (13). Junto com a dupla, os policiais apreenderam um automóvel utilizado no crime.

Por volta das 13h30, agentes da PRF faziam ronda em Balsa Nova (PR), para localizar e prender os envolvidos no assalto à praça de pedágio de São Luiz do Purunã no último sábado.

Os policiais avistaram um veículo modelo utilizado na ação criminosa estacionado em frente à uma casa no bairro Boqueirão. O veículo pode ser identificado através de um vídeo do monitoramento da praça de pedágio.

À equipe, o dono do veículo admitiu ter realizado o assalto juntamente com outros dois homens. O segundo homem foi localizado pelos agentes em uma mineradora; o terceiro homem, apesar de identificado, não foi localizado pelos policiais.

Presos por roubo, os dois foram encaminhados juntamente com o veículo à Policia Civil de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba.



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Duas pessoas ficam feridas em acidente com caminhões na BR-277

Dois motoristas de caminhões tiveram ferimentos graves após os veículos que eles conduziam colidirem na BR-277, em Palmeira, nos Campos Gerais. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o acidente aconteceu na noite desta segunda-feira (15), no km 176.

De acordo com a PRF, um dos caminhões, com placas de Paranaguá, parou na terceira faixa no sentido Irati por causa de uma pane mecânica. Enquanto o condutor, de 43 anos, fazia reparos embaixo do veículo, outro caminhão atingiu a traseira da carreta.

O impacto foi tão forte que o segundo caminhão arrastou a carreta por mais de 20 metros. A cabine do bitrem ficou completamente destruída, com o motor tendo levantado a carreta atingida.

O condutor segundo caminhão, de 40 anos, precisou ser desencarcerado e, embora socorrido inicialmente para a Santa Casa de Palmeira, foi em seguida transferido ao Hospital Regional de Ponta Grossa face a gravidade dos ferimentos. O motorista do veículo que estava parado foi socorrido diretamente para Ponta Grossa.



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Motorista de caminhão que matou policial teria bebido e cochilado ao volante

O caminhoneiro Joel Bin, de 44 anos, responsável pelo atropelamento que matou o soldado da Polícia Militar Lukas Raffael Gasparin Brandt, de 29 anos, se apresentou à polícia de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, nesta segunda-feira (15) mas não foi ouvido.

Polícia Militar Lukas Raffael Gasparin Brandt, de 29 anos

O atropelamento aconteceu no fim de semana e o motorista do caminhão não parou para prestar socorro. O soldado pilotava uma moto e foi atingido pelo caminhão, no final da tarde de sábado (13), no bairro Jardim Cruzeiro, em São José dos Pinhais.

Segundo o advogado de Joel, Maurício Zampieri de Freitas, o que ocorreu foi uma fatalidade e que o motorista deixou o local porque não viu o que aconteceu.

“Não fomos atendidos pelo escrivão de polícia ou pelo delegado e disseram que ele só será ouvido quando devidamente intimado. Joel Bin é um cidadão de bem, trabalha há 25 anos no Ceasa, réu primário, não tem multas na carteira. O que aconteceu foi uma fatalidade. Vamos aguardar o croqui do acidente para ver a dinâmica dos fatos. Parece que o motoqueiro estava fazendo uma ultrapassagem quando houve a colisão. O senhor Joel vai colaborar com a Justiça”, diz o advogado.



Na versão do motorista, após um almoço de família, em que ele teria bebido duas latas de cerveja, foi para casa e apenas chegando lá descobriu que teria atropelado Lukas. Ele faz uso de medicamentos controlados e teria cochilado ao volante. O motorista também teria deixado a residência por medo da truculência policial.

Segundo a polícia, o motorista não foi ouvido porque o inquérito está na fase de coleta de provas e ele ainda não foi intimado.



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TJ autoriza realização de mutirão carcerário para desafogar penitenciárias

Acontece a partir desta quarta-feira (17) até o próximo dia 26 de julho mais um mutirão carcerário no Paraná. A revisão da situação jurídica dos presos foi autorizada pelo Tribunal de Justiça do Paraná. O objetivo é a abertura de vagas para desafogar penitenciárias do estado.

Atualmente, o Paraná conta com cerca de 34 mil detentos, de acordo com o Conselho da Comunidade de Curitiba – Órgão da Execução Penal (CCC). O levantamento aponta que as 10 penitenciárias localizadas na Região Metropolitana de Curitiba têm 8,1 mil vagas, mas até o fim de junho abrigavam 9,6 mil presos.

“As penitenciárias estão superlotadas e não têm capacidade para receber mais presos há muito tempo. Não se constrói uma nova unidade no Paraná há mais de 10 anos. Em muitas penitenciárias, celas construídas para abrigar 4 presos foram adaptadas para receber 6 detentos e hoje já comportam 7, sendo que um dorme em um colchão no chão. O mutirão acaba sendo o único paliativo para diminuir a tensão nos presídios”, afirma Isabel Kugler Mendes, presidente do Conselho.

Os mutirões carcerários são coordenados pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) e contam com participação do Ministério Público e da Defensoria Pública.

OBRAS

O governador Ratinho Junior prometeu ampliar o número de vagas no sistema prisional em até 6,3 mil nos próximos anos. Ainda em 2019, o governo promete inaugurar as obras da Cadeia de Campo Mourão (382 vagas), Centro de Integração Social Piraquara (216 vagas) e a ampliação da Penitenciária Estadual de Piraquara II (501 vagas). Também estão previstas 501 novas vagas na ampliação da Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu I, para 2020. No total, são nove obras em todas as regiões.

Com recursos próprios e convênios com o governo federal, a Secretaria de Segurança Pública vai construir o Centro de Integração Social de Campo Mourão (216 vagas), a Cadeia de Jovens Adultos de Piraquara (382 vagas), a Cadeia de Londrina (752 vagas), a Cadeia de Guaíra (752 vagas), a Cadeia de Foz do Iguaçu (752 vagas), e a Cadeia de Ponta Grossa (752 vagas), além de ampliar a Casa de Custódia de Piraquara (334 vagas), a Penitenciária Estadual de Piraquara I (501 vagas) e a Penitenciária Industrial de Cascavel (334 vagas).

OBRAS EM CONSTRUÇÃO
Cadeia de Campo Mourão – 382 novas vagas – obra em execução com previsão de conclusão ainda para este ano;
Centro de Integração Social Piraquara – 216 novas vagas – em fase de conclusão ainda para este ano;
Ampliação da Penitenciária Estadual de Piraquara II – 501 novas vagas – obra em execução com previsão de entrega ainda para este ano;
Ampliação da Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu I – 501 novas vagas – obra em execução com previsão de entrega no próximo ano.

NOVE OBRAS PARA INICIAR
Centro de Integração Social de Campo Mourão – 216 novas vagas;
Cadeia de Jovens Adultos de Piraquara – 382 novas vagas;
Cadeia de Londrina – 752 novas vagas;
Cadeia de Guaíra – 752 novas vagas;
Cadeia de Foz do Iguaçu – 752 novas vagas;
Cadeia de Ponta Grossa – 752 novas vagas;
Ampliação da Casa de Custódia de Piraquara – 334 novas vagas;
Ampliação da Penitenciária Estadual de Piraquara I – 501 novas vagas;
Ampliação da Penitenciária Industrial de Cascavel – 334 novas vagas.



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Curitiba recebe de 26 a 28 de agosto o 3º Congresso Pacto Pelo Brasil do OSB

 

Curitiba vai receber, de 26 a 28 de agosto, o 3º Pacto pelo Brasil, mobilização que nesta edição irá discutir práticas honestas na relação público-privada. O evento, no centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), é um desdobramento dos Encontros Nacionais dos Observatórios Sociais do Brasil (ENOS), realizados a partir de 2012.

Nos três dias de programação estão previstos uma série de workshops, painéis, palestras e networking focando Gestão Pública (dia 26), Integridade (dia 27) e Inovação (dia 28). A realização é do Observatório Social do Brasil (OSB), maior sistema de controle social do país que, em mais de 10 anos de atuação em 16 diferentes estados, contribuiu para uma economia superior a R$ 3,5 bilhões de 2014 a 2018.

O congresso é um instrumento do Pacto Pelo Brasil que, na sua 3ª edição, se consolida como um consistente fórum de participação de especialistas, órgãos governamentais, entidades empresariais e organizações sociais para discutir sobre transparência e eficiência na gestão pública.

As discussões incluem ainda a integridade nos negócios, a tecnologia e inovação como alavancas para tornar o Brasil uma área livre de corrupção. A participação no evento é gratuita. Mais informações e inscrições no site pactopelobrasil.org.br.

O congresso na capital do Paraná terá participação do projeto Instituto Gastronomia Humanitária – IGH. A iniciativa busca desenvolver ações para uma economia sustentável, reduzir o desperdício, capacitar pessoas, criar um banco de alimentos processados, atender tanto pessoas vulneráveis como cidades em estado de emergência.

Contexto
Lançado em 2015, o movimento Pacto Pelo Brasil envolve cidadãos, profissionais, empresários, servidores públicos, órgãos de controle governamentais, estudantes e integrantes de observatórios sociais do Brasil para ações de cidadania, com o objetivo de transformar o país numa área livre de corrupção.

A iniciativa busca, com ações integradas e coordenadas de todos os segmentos sociais, a construção de uma agenda positiva nacional, que direcione ações para a correta aplicação dos recursos públicos e a erradicação da corrupção.

Programação do 3º Congresso Pacto Pelo Brasil

Dia 26 de agosto (segunda-feira)
5 Workshops + Networking

Intercâmbio Internacional Prefeituras

Painéis:
Eficiência da Gestão Pública Municipal

Boas Práticas em Transparência

Abertura oficial

Palestra Magna: Perspectivas no Enfrentamento à Corrupção no Brasil, com Dr. João Pedro Gebran Neto

Discussão e lançamento do livro: Desafios e Avanços na Prevenção e no Combate à Corrupção

Dia 27 de agosto (terça-feira)
5 Workshops + Networking

Painéis:
Responsabilidade Profissional na Relação Público-Privada

Maturidade em Compliance e o Custo da Corrupção para as Empresas

Tendências de Compliance no Brasil

Lançamento do Prêmio OSB de Jornalismo

Dia 28 de agosto (quarta-feira)
5 Workshops + Networking

Painéis:
Futuro da Tecnologia da Informação no Brasil

Transparência e Inovação no Controle Social e Oficial

Prêmio de Boas Práticas do Sistema OSB

Palestra Especial de Encerramento

Foto legenda (congresso pacto pelo brasil)
Vista do auditório do 2º Congresso Pacto Pelo Brasil realizado em 2018



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