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Redação – Paraná Portal
Foto: Divulgação/SMCS

SMS (Secretaria Municipal da Saúde) registrou mais 2 mortes e 83 casos novos de covid-19 em Curitiba. O boletim do coronavírus foi atualizado nesta terça-feira (9).

As vítimas mais recentes eram duas mulheres, de 68 e 74 anos.

Com os dados atualizados, a capital agora acumula 297.341 diagnósticos positivos e 7.763 mortes por complicações da covid-19.

Segundo a pasta, Curitiba tem reconhecidamente 1.571 casos ativos de coronavírus. É o menor número desde 25 de junho de 2020. São contados apenas os pacientes cujo diagnóstico foi confirmado por exames laboratoriais.

Desde o início da pandemia, 288 mil pessoas foram liberadas do período de isolamento obrigatório e não manifestam mais sintomas, sendo considerados “pacientes recuperados”.

OCUPAÇÃO DOS LEITOS

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, a taxa de ocupação dos leitos de UTI do SUS para covid-19 é de 41%. Entre as 165 vagas, restam 97 livres.

Em relação aos leitos clínicos, em enfermarias, existem 84 vagas entre as 152 reservadas para pacientes com coronavírus, o que representa uma taxa de ocupação de 45%.

COVID-19 EM CURITIBA

  • Mortes: 7.763 (+ 2)
  • Casos confirmados: 297.341 (+ 83)
  • Casos ativos: 1.571
  • Recuperados: 288.007

David Musso – BandNews FM Curitiba
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

preço dos alimentos subiu 4,7% em Curitiba, no mês de outubro. Nos primeiros dez meses do ano, a alta é de 18,4% – o maior aumento acumulado do Brasil para 2021. Nos últimos 12 meses, a alta é ainda maior, de 22,8%, segundo dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). As informações são da BandNews Curitiba.

Para o economista do Dieese Paraná, Sandro Silva, a capital paranaense demorou a ser afetada pelos efeitos da inflação nos alimentos, na comparação com outras cidades.

“É importante destacar que Curitiba no ano passado, enquanto outras capitais estavam subindo muito, Curitiba até que não estava subindo tanto. Começou a ter um impacto maior nesse ano. Acredito que isso tenha a ver com o fato de o estado e a região de Curitiba serem fortes produtores de diversos produtos, e se demorou um pouco mais para sentir a alta nos preços do que em outras capitais”, avalia Sandro Silva.

Em outubro, a cesta básica custou, em média, R$ 639,89, em Curitiba. O valor corresponde a 63% do salário mínimo nacional – de R$ 1.100.

Para o economista, a alta de preços deve continuar a ser observada na capital paranaense no período de final de ano. Ele avalia que o cenário nos próximos meses deve seguir a tendência de aumento nos preços.

“Dificilmente a gente tenha num curto prazo uma reversão dessa tendência, uma queda significativa no preço dos itens da cesta básica. Pontualmente podemos ter queda em um mês ou outro, influenciado por algum produto que pese muito. A alta que tivemos em outubro, por exemplo, foi muito influenciada por dois produtos que aumentaram muito, o tomate, com quase 29%, e a batata que aumentou 25%. Mas a tendência é que os preços permaneçam altos nesse final de ano e no início de 2022”, completa o economista do Dieese.

Das 17 capitais do Brasil pesquisadas pelo Dieese, 16 anotaram alta no preço dos alimentos. Pandemiacrise hídrica, desvalorização do real em relação ao dólar e preço dos combustíveis são conhecidas causas que têm afetado o preço dos alimentos, neste ano.

Para o professor universitário e economista José Pio Martins, esses 4 fatores foram observados de forma simultânea no Brasil, o que ocasionou a disparada nos preços dos alimentos em todo país.

“Pandemia, crise hídrica e falta de chuvas como nunca tínhamos visto, somadas ao preço do dólar e o preço do petróleo e seus derivados. Esses são os quatro fatores essenciais para explicar esse problema. E o Brasil teve o azar de os quatro acontecerem simultaneamente”, pondera.

A crise hídrica tem prejudicado a produção dos alimentos, provocando a alta de frutas e vegetais. O quilo do café e tomate, por exemplo, registrou alta em todas as capitais do país. O preço do açúcar subiu em 15 capitais. Já a alta no preço dos combustíveis, reflete em toda a cadeia produtiva, já que parte substancial da produção nacional é transportada em caminhões, pelas rodovias do país. Outro fator que contribui para a alta dos preços dos alimentos no cenário nacional é a alta do dólar em relação ao real.

Segundo o professor, o dólar mais caro torna mais atrativo ao produtor de alimentos vender a produção para fora do país, do que no mercado interno.

“Quando se fala em preço do dólar, os alimentos não subiram apenas por que o país exporta alimentos. O Brasil exporta carne de frango, carne de boi, soja, açúcar, entre outros. Se o preço do dólar aumentou muito, os preços internacionais para o produtor que exporta subiram muito, levando em conta a exportação em dólar e a conversão em reais com uma taxa de câmbio muito alta”, explica Pio Martins.

Quando considerado o valor da cesta básica, Curitiba é a 8ª capital do país com o preço mais alto. Florianópolis lidera a lista – por lá a cesta básica sai ao custo de R$ 700,69. A capital catarinense é seguida por São Paulo, onde os alimentos básicos custam R$ 693,79; e por Porto Alegre, onde a cesta custa R$ 691,08.

A cesta básica mais barata do Brasil é de Aracaju. Na capital sergipana a lista de alimentos custou R$ 464,17. Confira aqui o relatório completo do Dieese.

Redação – Paraná Portal
Foto: Américo Antonio/Sesa

Mais de 80% da população adulta do Paraná concluiu a imunização contra a covid-19, informou nesta segunda-feira (8) a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde). São mais de 7 milhões de pessoas com o esquema vacinal completo.

De acordo com o Ministério da Saúde, a estimativa da população acima de 18 anos no Paraná – e que até pouco tempo era a única elegível para a vacina contra o coronavírus – é de 8.720.953 pessoas.

Até o final do mês, a Sesa projeta alcançar 85% da população adulta completamente vacinada contra a covid-19. “Desde que não tenhamos crescimento de novos casos podemos flexibilizar o uso das máscaras”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto.

A pasta também destacou o avanço na vacinação de adolescentes. Desde a autorização para o uso emergencial da Pfizer em pessoas de 12 a 17 anos, o Paraná aplicou a primeira dose em 57% do público alvo.

Dos 936 mil adolescentes do Paraná, mais de 530 iniciaram a imunização. “Mais da metade já está com a primeira dose. Esperamos novas remessas de vacinas para nossos jovens”, apontou Beto Preto.

O secretário da Saúde do Paraná, no entanto, chamou a atenção para a necessidade de completar o esquema vacinal com duas doses. Além disso, algo entre 3% e 5% das pessoas não se vacinaram.

Redação – Paraná Portal
Foto: Ilustração/Reprodução

Um homem investigado pela prática de feminicídio em Palmas, no centro-sul do Paraná, foi preso em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. Ele é alvo de um inquérito que a apura a morte da mãe da ex-esposa, sua ex-sogra.

A prisão foi realizada na última quarta-feira (3), a pedido do Ministério Público do Paraná (MPPR). A informação foi divulgada hoje (8) pelo órgão.

De acordo com a 1ª Promotoria de Justiça de Palmas, a prisão foi solicitada à Justiça devido a reiterados descumprimentos de medidas protetivas. O homem foi localizado com apoio do setor de inteligência da Polícia Militar.

Conforme a apuração do MPPR, apesar da medida protetiva que o impedia de se aproximar da ex-esposa, o agressor insistia no contato. As ameaças eram constantes.

O homem é investigado pela morte da sogra. De acordo com a Promotoria, em setembro deste ano, durante uma agressão a ex-esposa, ele desferiu facadas na sogra, que não resistiu aos ferimentos e morreu.

O homem preso deve ser indiciado por feminicídio e também pode ser responsabilizado pelo descumprimento de medidas protetivas.

*Com informações do MPPR

Redação – Paraná Portal
Foto: Felipe Rosa/ACP/Arquivo ANPR

Os paranaenses chegaram ao fim de outubro um pouco mais endividados. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), 89,9% das famílias paranaenses possuíam algum tipo de dívida em outubro.

maior aumento no endividamento ocorreu nas famílias de maior renda, entre as quais o índice passou de 92,8% em setembro para 95,8% em outubro. Já entre as famílias de menor renda, o endividamento praticamente ficou estável, partindo de 88,6% em setembro para 88,7% no mês passado.

Os indicadores paranaenses seguem a tendência nacional de aumento no endividamento, que subiu de 74% para 74,6% na variação mensal.

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Fonte: CNC e Fecomércio PR

Apesar do aumento no volume de dívidas, as condições de pagamento dos débitos são as melhores dos últimos oito anos. A parcela de endividados com contas em atraso ficou em 19,3% em outubro e os que não têm condições de pagar suas dívidas corresponderam a 6,9% no mês passado. Situação mais favorável do que esta só foi registrada em junho de 2013, quando 18,7% dos paranaenses estavam com as contas atrasadas, e em agosto de 2013, quando apenas 6,7% reconheciam não ter meios de quitar as dívidas contraídas.

Tipo de dívida

cartão de crédito, sempre no topo dos motivos que levam ao endividamento, correspondeu a 73,4% das dívidas dos paranaenses em outubro, seguido pelo financiamento de veículo, com 13,2%, e pelo financiamento imobiliário, com 8,5%.

Ainda de acordo com o levantamento da CNC e da Fecomércio PR, o tempo de atraso no pagamento das dívidas ficou, em média, em 62 dias no mês de outubro, sendo que quase metade dos endividados com contas em atraso já podem ser considerados inadimplentes: 46,1% estão com as contas atrasadas há mais de 90 dias.

A maior parte dos paranaenses, 78,7%, tem de 11% a 50% dos seus rendimentos comprometidos com dívidas. Outros 14,9% consignam mais da metade do que ganham em dívidas.

Redação – Paraná Portal
Foto: Américo Antonio/SESA

Paraná recebeu nesta segunda-feira (8) um novo lote de vacinas contra a covid-19 enviadas pelo Ministério da Saúde. A nova remessa é composta por 161.460 doses do imunizante da Pfizer, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

A Sesa aguarda a divulgação do informe técnico do governo federal para a definição do público-alvo do novo lote. As vacinas desembarcaram no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 9h15.

80% dos paranaenses estão totalmente imunizados contra a covid-19

De acordo com dados do Vacinômetro nacional, pouco mais de 80% da população do Paraná já recebeu duas doses da vacina contra a covid-19 e completou o ciclo de imunização contra a doença.

O informe da cobertura vacinal no estado indica que 16.304.693 doses de vacinas já foram aplicadas no Paraná. Deste total, 8.7 milhões foram destinadas à primeiras doses e 6.6 milhões à segundas doses. Também foram aplicadas cerca de 350 mil vacinas de dose única e 507 mil doses de reforço.

Com os dados atualizados nesta segunda-feira (8), o percentual de doses aplicadas no Paraná chegou a 99,7% de primeira dose e 85,3% de segunda dose.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, acompanhou a chegada dos imunizantes no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, na manhã de hoje, e falou sobre o avanço da vacinação no estado e a contribuição dos municípios para que as doses cheguem até a população.

“A estratégia toda é pensada junto com os municípios paranaenses. Por vezes, as doses chegam à noite, no outro dia já estão nas Regionais e logo são aplicadas na população. Um trabalho dinâmico. No decorrer deste mês receberemos mais vacinas, possibilitando avançar ainda mais”, disse o secretário.

Redação – Paraná Portal
Foto: Daniel Castellano/SMCS

A Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) divulgou neste domingo (7) mais 1.279 casos confirmados e cinco mortes em decorrência da infecção causada pela Covid-19 no Paraná.

Os dados acumulados mostram que o Estado soma 1.556.911 casos e 40.394 mortos pela doença.

Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (476), outubro (389), setembro (223), agosto (78), julho (36), junho (38) e maio (39) de 2021.

Hoje 306 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 244 pacientes em leitos SUS (138 em UTI e 106 em leitos clínicos) e 62 em leitos da rede particular (36 em UTI e 26 em leitos clínicos).

Outros 930 pacientes internados, 538 em leitos UTI e 392 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Sesa informa a morte de mais 5 pacientes, que ocorreram em novembro (3) e outubro (2) de 2021. São 2 mulheres e 3 homens, com idades que variam de 20 a 90 anos.

Os óbitos ocorreram entre 25 de outubro a 6 de novembro de 2021. A Sesa registra a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Realeza, Ponta Grossa, Piraí do Sul, Maringá e Itaipulândia.

Redação – Paraná Portal
Foto: Reprodução

A cantora Marília Mendonça, de 26 anos, morreu nesta sexta-feira (5) em uma queda de avião em Piedade de Caratinga (MG). A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros.

Mais cedo, a assessoria da cantora havia informado que a queda do avião não tinha deixado mortos.

Ao todo, cinco pessoas estavam no avião. Além de Marília Mendonça, outros dois corpos foram retirados sem vida da aeronave até as 17h45 desta sexta-feira (5).

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, não há sobreviventes.

Marília Mendonça deixa um filho de dois anos de idade. Os nomes das demais vítimas ainda não foram confirmados pelas autoridades ou pela assessoria da artista.

Além da cantora, estavam no avião um produtor, um assessor, um piloto e um copiloto. A aeronave envolvida no acidente pertence a uma empresa de táxi aéreo. O bimotor Beech Aircraft tinha autorização para voar.

Marília Mendonça estava em Minas Gerais para um show marcado em Caratinga. Ela havia partido de Goiânia (GO), onde fica o escritório da artista. Na internet, ela postou um vídeo embarcando no avião.

Em nota, o Corpo de Bombeiros afirmou que a queda da aeronave em Piedade de Caratinga (MG), em curso d’água, próximo ao acesso da BR-474, ocorreu por volta das 15h.

Além dos Bombeiros, o Samu também foi acionado para atender o acidente com o avião da cantora Marília Mendonça.

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O leilão do 5G, para selecionar as operadoras de serviços de conectividade utilizando a quinta geração da telefonia móvel, arrecadou R$ 46,79 bilhões. O valor ficou abaixo dos R$ 50 bilhões previsto inicialmente pelo governo, pois nem todos os lotes foram arrematados. A informação foi divulgada hoje (5) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) após o encerramento da análise das propostas.svg%3Esvg%3E

De acordo com o órgão, ainda assim, considerando as faixas contratados, houve ágio (valor acima do previsto) de R$ 5 bilhões, cerca de 12%. Nos próximos dias, o governo e a Anatel devem decidir se esse valor total será destinado como outorga ao governo ou se serão revertidos em investimentos no setor.

Segundo a Anatel, é comum em leilões que alguns lotes não sejam contratados. Nesse leilão, mais de 85% de tudo que foi colocado a venda foi comercializado e todas as obrigações de cobertura foram assumidas. Os lotes que sobraram poderão ser reeditados em um novo leilão.

O processo licitatório começou ontem (4), quando as operadoras já em atuação no país, Claro, Vivo e TIM, arremataram o lote principal do leilão, de abrangência nacional, pelo valor de R$ 1,1 bilhão. Além delas, no âmbito regional, empresas atuantes como Sercomtel e Algar Telecom também levaram lotes e seis novas operadoras entrarão em operação no mercado – Winity II, Brisanet, Consórcio 5G Sul, Neko, Fly Link, Cloud2u.

O leilão consistiu em uma concorrência em quatro faixas de radiofrequências – 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; e 26 GHz, que têm finalidades específicas de mercado, divididas em diversos lotes.

Investimentos previstos

Do valor total arrecadado, R$ 7,4 bilhões (incluído o ágio de R$ 5 bilhões) serão em outorgas para o governo e o restante será utilizado pelas empresas vencedoras em compromissos definidos em edital. O objetivo dessas contrapartidas é garantir investimentos no setor para sanar as deficiências de infraestrutura, modernizar as tecnologias de redes e massificar o acesso a serviços de telecomunicações do país.

“Nosso país tem uma escassez muito grande de internet, tem um deserto digital enorme, e pela primeira vez teremos a garantia e a certeza que todos os valores arrecadados nesse leilão iremos converter em benfeitorias para a população”, disse o ministro das Comunicações, Fábio Faria, durante coletiva à imprensa para apresentar os resultados do leilão.

Entre esses compromissos estão as obrigações de investimentos com tecnologia 4G ou superior em áreas sem cobertura, como pequenas localidades e rodovias federais. Para os municípios com mais de 30 mil habitantes, está previsto o atendimento já com tecnologia 5G. Nas capitais e no Distrito Federal, o 5G deverá começar a ser oferecido pelas vencedoras do leilão antes de 31 de julho de 2022 e haverá um cronograma de implantação para as demais cidades até 2029.

Além disso, o edital também contempla recursos para a implementação de redes de transporte em fibra ótica na Região Norte e a construção da Rede Privativa de Comunicação da Administração Pública Federal, para sustentação dos serviços de governo. Já os recursos das autorizações da faixa de 26 GHz, cerca de R$ 3,1 bilhões arrecadados, serão destinados a projetos de conectividade de escolas públicas, ainda a serem definidos pelo Ministério da Educação. Esse valor, segundo a Anatel, é significativo e suficiente para garantir cobertura 5G para as escolas de educação básica do país.

Novas tecnologias

O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão com segurança e estabilidade que abrem espaço para o uso de novos serviços em diversas áreas, como indústria, saúde, agricultura e na produção e difusão de conteúdos.

Diferente das mudanças nas gerações passadas, do 2G, 3G e 4G, não se trata apenas de aumento de velocidade de conexão, mas também na especificação de serviços que permitam o atendimento a diferentes aplicações, em especial àquelas relacionadas à chamada Internet das Coisas (IoT), que é o uso coordenado e inteligente de aparelhos para controlar diversas atividades.

Ao conectar objetos do cotidiano – como eletrodomésticos, smartphones, roupas e automóveis – à internet (e entre si), a tecnologia 5G permitirá até mesmo a realização de procedimentos médicos delicados a distância, além de sistemas de direção automática de carros e as mais diversas tecnologias de automação e inteligência artificial, inclusive para a agricultura, a indústria e as cidades.

Redação – Paraná Portal
Foto: Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

O homem que enviou ameaças de morte a diretores da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na semana passada, foi identificado e intimado pela Polícia Civil do Paraná. Em depoimento, nesta quinta-feira (4), ele disse estar arrependido do ato.

As ameaças foram enviadas por e-mail a diretores da Agência, entre eles o diretor-presidente Antônio Barra Torres. A intimidação ocorreu no bojo da possível aprovação do uso emergencial de vacinas contra a covid-19 em crianças de cinco a 11 anos de idade.

A mensagem foi enviada eletronicamente na sexta-feira da semana passada, dia 29 de outubro. Diante do crime, a Anvisa comunicou as autoridades competentes para que o autor das agressões fosse identificado.

A identidade do homem e o teor das mensagens foram mantidos em sigilo. Em nota ao Paraná Portal, a Polícia Civil do Paraná confirmou que o caso está em apuração.

A polícia informou que as investigações sobre o caso prosseguem. Além das ameaças de morte endereçadas aos diretores da Anvisa, o homem também direcionou as intimidações às secretarias estaduais de Saúde e Educação do Paraná.

Motivado por informações falsas e teorias conspiratórias, o homem teria ameaçado retirar o filho da escola caso a criança fosse obrigada a receber o imunizante. De forma equivocada, ele se refere à vacina como “experimental”.

Além da Polícia Civil do Paraná, responsável pela identificação do homem que fez a primeira ameaça, a Polícia Federal também foi acionada. Segundo a Anvisa, são três ameaças relacionadas a uma eventual aprovação de vacinas contra a covid-19 para crianças.