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Redação

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Divulgação/Paraná Clube

A diretoria do Paraná Clube agradeceu, nesta sexta-feira (16), a Companhia Paranaense de Saneamento Básico (Sanepar), pelas obras de recuperação da área aberta do rio Juvevê, ao lado do Estádio Durival Brito e Silva, na Vila Capanema. A mensagem foi repassada a administração da empresa pelo conselheiro e responsável pelo projeto de regularização, Nello Morlotti.

A audiência na Sanepar foi coordenada pelos diretores de Meio Ambiente e Ação Social e Jurídico, Júlio Gonchoroski e Andrei Rech. Ambos ouviram sobre a importância que a iniciativa da companhia proporcionou a comunidade tricolor, aos moradores do entorno e ao Vale do Pinhão.

Morlotti apresentou as soluções contidas no Master Plan de regularização junto a SPU e a dinâmica do processo histórico de posse da área. “Nesta semana estive em Brasília para tratar da minuta que será apresentada ao conselho gestor do clube. São dois cálculos complexos que atrasaram um pouco os nosso planos, mas já temos o caminho”, disse o conselheiro.

De acordo com ele, reconhecer e agradecer a Sanepar pelas obras de recuperação reforça a posição do Paraná, que “tem orgulho de habitar este espaço que nos foi deixado pelos antepassados”, afirmou.

Parceria
Nello Morlotti lembrou da necessidade de construção da piscina de contenção de cheias do lado rio Belém e pediu o apoio na obra por parte da Sanepar. Na audiência, ouviu dos diretores sobre os aspectos jurídicos e ambientais da obra.

Com as obras já executadas, uma nova paisagem começa a se desenhar às margens do único trecho aberto dos rios Juvevê e Cajuru, no bairro Rebouças, próximo ao Estádio Durival de Britto e Silva, em Curitiba. As ações de revitalização daquele espaço estão sendo executadas pela Sanepar, com apoio da Prefeitura de Curitiba.

A dragagem e o desassoreamento com escavadeira hidráulica retiraram dos rios material sedimentado e entulhos, permitindo um melhor fluxo dos Rios Juvevê e Cajuru. Os taludes foram limpos, nivelados e readequados.

O trabalho incluiu a roçada do mato alto e a extração das árvores exóticas invasoras, cedendo espaço para o plantio de espécies nativas de pequeno, médio e grande portes e de grama, ao longo das margens dos rios e em seu entorno. Essa intervenção recompôs um ambiente natural integrado à malha urbana.

O concreto do entorno ganhou cores numa grafitti, feita pelos artistas Ferge e May, que pintaram figuras relacionadas à história local, aos mananciais, aos caminhos percorridos para que a água potável chegue à população e à importância do ambiente natural e da sua integração com o meio urbano. Também foram pintados a passarela de madeira para pedestres sobre o Rio Juvevê e o guarda-corpo no cruzamento com a Rua Engenheiro Rebouças.

A área revitalizada tem 6.500 m², e o trecho dos rios é de 260 metros. Estão em execução novos passeios compartilhados nas margens dos Rios Juvevê e Cajuru, interligando-os com ciclovia, ruas e passeios já existentes. A ação faz parte do acordo judicial feito pela Sanepar com a 11.ª Vara Federal em Curitiba.

“É um trabalho de recuperação dessa área para que seja um espaço de uso compartilhado, com árvores, na forma de um bosque. É uma ressignificação urbanística e ambiental, que gera valor para a sociedade”, afirma o diretor de Meio Ambiente e Ação Social, Julio Gonchorosky.

Recordes dos portos

Os portos do Paraná fecharam o primeiro trimestre com dois novos recordes. No último mês, juntos, os terminais de Paranaguá e Antonina registraram o melhor março da história em volume movimentado. Foram 5.622.705 toneladas de cargas, entre importação e exportação. O volume é 7% maior que o registrado no mesmo mês de 2020 (5.235.158 toneladas). Novo marco também foi consolidado na quantidade de caminhões que passaram pelo Pátio de Triagem: 59.611 veículos, em 31 dias. “Com as perspectivas criadas neste primeiro trimestre, podemos afirmar que 2021 será, novamente, um ano bastante expressivo para o agronegócio, que movimenta quase 80% das nossas operações nos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Números

Do total de 5.622.705 toneladas movimentadas nos 31 dias de março nos portos, 68,4% foram cargas de exportação – 3.847.174 toneladas. O volume foi 3% maior que as 3.738.289 toneladas registradas na exportação do mesmo mês de 2020. Os outros 31,6% foram das importações que somaram, no mês, 1.775.531 toneladas. A alta registrada em relação ao volume de carga em março de 2020 – com 1.496.869 toneladas – foi de 18,6%. Nos três primeiros meses do ano, os portos de Paranaguá e Antonina movimentaram 12.869.820 toneladas de cargas, nos dois sentidos do comércio. Comparado com as 12.545.180 toneladas registradas no mesmo período do ano passado, a alta registrada no trimestre foi de 3%. Em março, 59.611 caminhões passaram pelo Pátio de Triagem, antes de descarregar os granéis para exportação pelo Porto de Paranaguá. O novo recorde supera em 1.112 veículos o maior movimento já registrado, que foi de abril de 2020, com 58.499 caminhões passando pelo local.

Indústria de alimentos

De modo geral, a indústria brasileira de alimentos e bebidas teve bom desempenho em 2020, com crescimento de 12,8% no faturamento e de 1,8% no volume de produção em relação a 2019, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). O aumento das vendas reais foi de 3,27% no período. No caso do Paraná, a indústria de alimentos teve desempenho superior à média nacional, pelo menos no que se refere à produção física. Segundo o economista Evanio Felippe, da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em 2020 o setor cresceu 9,3%. Uma exceção na atividade industrial paranaense, que de modo geral sofreu um recuo de 2,6% na produção no primeiro ano da pandemia. Segundo Felippe, esse setor tem grande importância na economia paranaense, respondendo por 34% do Produto Interno Bruto industrial do Estado.

Máquinas autônomas

O mercado de máquinas autônomas do agronegócio deve chegar a R$ 836 bilhões em todo o mundo até 2031. Segundo a consultoria norte-americana, Fact.MR, isso representa um ritmo de crescimento de 10% ao ano. De acordo relatório divulgado nesta semana pela empresa, a tendência de adoção de tratores, colheitadeiras e outros equipamentos agrícolas autônomos estimula os fabricantes a investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para capitalizar as oportunidades que se aproximam. O estudo explica ainda que as máquinas autônomas são altamente eficientes na economia de tempo, custo na produção, monitoramento de safras e análises de campo e solo. Outro fator é a necessidade de coletar dados. Neste caso, equipamentos autônomos podem ir além dos convencionais, usando Inteligência Artificial (IA) para agricultura de precisão e análise preditiva.

Carne de frango

As exportações brasileiras de carne de frango, considerando todos os produtos, entre in natura e processados, totalizaram 396 mil toneladas em março, segundo informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  O número supera em 13,3% o total exportado no terceiro mês de 2020, com 349,5 mil toneladas. Em receita, os embarques de março alcançaram US$ 603,6 milhões, número 9,2% superior ao alcançado no terceiro mês do ano passado, com US$ 552,5 milhões. No trimestre, as exportações de carne de frango registraram alta acumulada de 1,44%, com 1.036 milhão de toneladas exportadas, contra 1,021 milhão de toneladas no mesmo período de 2020. Em receita, o saldo das exportações do setor alcançou US$ 1,559 bilhão, número 4,6% menor em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 1,635 bilhão.

Carne bovina

Com a China ampliando suas compras após as comemorações do Ano Novo Lunar, o principal feriado daquele país, as exportações totais de carne bovina voltaram a crescer no mês de março. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos, que compilou os dados fornecidos pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia. A movimentação do mês atingiu 159.422 toneladas, num crescimento de 8% sobre março de 2020 com suas 147.333 toneladas. A receita subiu de US$ 636,2 milhões em 2020 para US$ 713,5 milhões em março de 2021, num aumento de 12%. No acumulado do primeiro trimestre de 2021, a receita soma US$ 1,81 bilhão, praticamente igual ao valor do primeiro trimestre de 2020. Em quantidade, o acumulado de 2021 atingiu 411.025 toneladas contra 413.935 toneladas no mesmo período de 2020, o que significa ainda uma queda de 1%.

Sempre os chineses

As compras chinesas de carne bovina, somadas com as de Hong Kong, vêm em crescimento contínuo em 2021: em janeiro foram 74.707 toneladas; em fevereiro atingiram 79.895 toneladas e em março 93.692 toneladas. No acumulado dos três primeiros meses do ano isso significou uma participação de 59,9% nas exportações totais de carne bovina brasileira e de 60% na receita obtida. Na segunda posição em importações do produto brasileiro veio o Chile, com 18.205 toneladas (-22% em relação a 2020); na terceira as Filipinas, com 14.522 toneladas (+41%); os Estados Unidos ficaram em quarto lugar, com 14.092 toneladas (+ 117%); em quinto veio o Egito com 12.063 toneladas (-36%), enquanto Israel ocupou a sexta colocação, com 10.152 toneladas (-2,7%).

EUA de olho em Santa Catarina

Novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que orienta lideranças e monitora as safras do mundo todo, ressalta os esforços de Santa Catarina para aumentar a produção de grãos. O documento destaca o investimento de R$ 24 milhões da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural a fim de incentivar o cultivo de milho e cereais de inverno. O relatório cita os esforços da Secretaria da Agricultura para reduzir o déficit de grãos, que neste ano deve chegar a 5 milhões de toneladas devido à quebra na safra catarinense. Os investimentos do governo catarinense estão concentrados em duas frentes: apoio para aquisição de sementes de milho e pesquisa para ampliar a produção de cereais de inverno.

Carro por assinatura

Ter acesso a um carro novo por assinatura, da mesma forma que os serviços de streaming, como a Netflix, é a mais recente modalidade de venda que as montadoras trouxeram das matrizes para o Brasil. Introduzido por locadoras, o serviço era tratado como aluguel de longo prazo, similar ao leasing. A partir de meados de 2020, as montadoras entraram no ramo e adotaram o termo assinatura por incluir no contrato a maior parte dos custos com o veículo, como seguro, manutenção e impostos. Sete marcas – Audi, Caoa, Fiat, Jeep, Nissan, Renault e Volkswagen – lançaram programas. Assim como o serviço de streaming, que tem pacotes diferenciados, o preço da assinatura do carro depende do modelo, prazo de contrato (de um a três anos) e quilometragem mensal.

Desgastante

O presidente da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), Paulo Miguel Junior, informa que 8% da frota de 1 milhão de veículos das locadoras são destinadas aos programas de assinatura. Essa participação, diz ele, tende a dobrar em dois anos. Além do custo, uma das vantagens da modalidade, em sua opinião, é o consumidor “se livrar de todo o trabalho da documentação, da manutenção e da parte mais desgastante que é a hora da revenda”. Miguel Junior afirma que muitas vezes as concessionárias oferecem preços aviltantes para o carro usado e realizar a venda por conta própria pode gerar insegurança em receber interessados na própria casa.

Recessão técnica

Um cenário de recessão técnica começa a se desenhar no Brasil, com um quadro “desanimador” para a atividade após perda de vigor no fim do primeiro trimestre, enquanto o país deve conviver com uma situação sanitária “ainda muito difícil” até junho, disse a gestora Rio Bravo em nota. A Rio Bravo prevê queda de 0,5% do Produto Interno Bruto entre janeiro e março e estabilidade da economia no segundo trimestre, mas ressalvou haver “probabilidade elevada” de nova retração, movimento que empurraria o Brasil a uma recessão técnica exatamente um ano depois da registrada após a eclosão da pandemia. A definição clássica de recessão técnica é de dois trimestres consecutivos de contração econômica.

Porto de Paranaguá e Nova Ferroeste

O Porto de Paranaguá é um dos principais atores dentro do projeto da Nova Ferroeste. É no terminal marítimo que vai desembocar a maior parte da produção que passará pelo ramal ferroviário de 1.285 quilômetros, idealizado para ter ponto inicial em Maracaju, no Mato Grosso do Sul. O planejamento do complexo prevê investimentos de mais de R$ 920 milhões nos próximos anos. A expectativa, de acordo com os técnicos responsáveis pela elaboração dos estudos de traçado e demanda, é que nova ligação férrea seja capaz de transportar 35 milhões de toneladas por ano – ou aproximadamente 2/3 da produção da região, dos quais 74% seriam de cargas destinadas para a exportação.

Moegão Leste

O planejamento da administração portuária paranaense prevê investir pesado para adaptar o Porto de Paranaguá à Nova Ferroeste. O principal deles é o chamado Moegão Leste. O projeto prevê unificar a recepção de cargas ferroviárias. Em vez de precisar desmembrar a composição e descarregar em dez terminais diferentes como é feito atualmente, todo o material será deixado em um ponto fixo. De lá, por esteiras transportadoras, é encaminhado ao respectivo terminal. O investimento é de R$ 450 milhões, com recursos do Governo do Estado. “Esse projeto do Moegão, por exemplo, tem capacidade para recepcionar 20 milhões de toneladas por ano”, explica o diretor-presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Parque Tecnológico Itaipu

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) concedeu à Fundação Parque Tecnológico Itaipu Brasil (PTI), localizado em Foz do Iguaçu, a certificação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2015. O documento atesta que o Sistema de Gestão de Qualidade implementado no Complexo Turístico de Itaipu alcançou as exigências da norma internacional, que é a mais respeitada e conhecida norma de qualidade de processos de gestão do mundo. O sistema de gestão da qualidade contempla passeios turísticos como o Ecomuseu, a Visita Panorâmica e o Refúgio Biológico. O PTI é responsável pela gestão e operação do turismo em Itaipu desde 2007, por meio de um modelo de gestão turística focado em sua autossustentabilidade e contribuição com o desenvolvimento regional.

Produção industrial

A atividade industrial do Paraná aumentou 3,1% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado. Na comparação com janeiro deste ano, já com ajuste sazonal, a queda foi de 2,5%, a maior do Sul e abaixo do indicador nacional, que caiu 0,7%. A produção também encolheu 1,5% em Santa Catarina e, 1,1%, no Rio Grande do Sul. O resultado de fevereiro aponta para uma desaceleração da atividade industrial do estado em relação aos últimos meses. Em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento havia sido de 11,4%. Dezembro cresceu 18,9% e, novembro, 13,8%.Mesmo com crescimento menor do que o dos meses anteriores, algumas atividades tiveram resultado expressivo. A fabricação de produtos de metal cresceu 42%, seguida por máquinas e equipamentos (36%).

Paraná Turismo lança pesquisa

A Paraná Turismo lançou a versão deste ano do Turismo em Números – edição 2021, que tem como base o período 2016-2020. O estudo é publicado anualmente desde 1986. O objetivo é mostrar as tendências e a evolução dos dados do setor no Paraná, dentro de uma série histórica. Os dados favorecem diretamente a elaboração e implantação de políticas públicas e a orientação de investimentos privados, além de servir de subsídio para pesquisas dos setores público, privado, acadêmico e do terceiro setor. Os dados de 2020 levam em consideração os efeitos da pandemia decorrente da Covid-19 para o mercado do turismo, principalmente com relação aos números referentes aos visitantes internacionais, diretamente influenciados.

Empregos no turismo

O Paraná é o quarto maior gerador de empregos nas atividades características do turismo no ranking brasileiro, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. No Estado, o setor que mais emprega é o de alimentação, que representou mais de 60% dos empregos do turismo no Estado entre 2016 e 2019. Não por acaso, o setor de alimentos e bebidas também é o que apresentou o maior número de estabelecimentos no Estado em 2019, com 67,8%, seguido dos setores de Transportes Terrestres (9,7%), Cultura e Lazer (8,2%), Alojamentos (6,3%) e Agências de viagem (5,6%).

BRDE estreia no Plano Safra

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) estreia no Plano Safra 2020/21 com equalização de juros com recursos próprios. A novidade se soma aos limites do BNDES, dando oportunidade maior de financiar a agricultura dos três estados do Sul. Os dois únicos bancos que se habilitaram foram o BRDE e o Banrisul. Eles passam a integrar o grupo que já tinha acesso – Banco do Brasil, BNDES, Sicredi, Banccob e Cresol. A operação, prevista pela nova Lei do Agro, permite que os bancos tenham caixa para financiar investimentos com equalização de juros para pequenos e grandes produtores.

A força do plano

Atualmente, os clientes do BRDE no ramo faturam em média R$ 300 milhões por ano, cada um, e uma carteira de R$ 13,5 bilhões. Por isso, o BRDE quer ampliar o volume de equalização operado em 2021/22. Por meio do Plano Safra, o governo federal incentiva a produção sustentável no País, que se prepara para a retomada econômica com mais recursos e melhores condições de financiamento, a juros mais baixos. Com foco nos pequenos e médios produtores rurais, o governo destinou para a nova safra R$ 236,3 bilhões, R$ 13,5 bilhões a mais em relação a 2019. Os investimentos foram ampliados em 30%, mesmo percentual acrescido ao seguro rural, que soma R$ 1,3 bilhão.

Exportações de carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 109,2 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 51,5% os embarques registrados no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 72,1 mil toneladas. Em receita, as vendas do setor alcançaram US$ 261,7 milhões, número que supera em 57,6% o resultado dos embarques realizados no terceiro mês de 2020. No acumulado do ano, as exportações de carne suína totalizaram 253,5 mil toneladas, volume 21,86% maior que o registrado no primeiro trimestre de 2020, quando foram embarcadas 208 mil toneladas. O saldo das vendas do trimestre alcançou US$ 594 milhões, número 22,4% maior que o realizado no mesmo período de 2020, com US$ 485,1 milhões.

Santa Catarina lidera

Santa Catarina segue como maior exportador de carne suína, com 126,7 mil toneladas exportadas no primeiro trimestre, número 13,86% superior ao registrado no mesmo período de 2020. Em seguida estão Rio Grande do Sul, com 68,8 mil toneladas (+39,5%); e Paraná, com 34,5 mil toneladas (+27,1%). Principal destino das exportações de carne suína, a China importou em março 58,7 mil toneladas (+64,6%), e 132,9 mil toneladas no trimestre (+36,5%). No segundo lugar, Hong Kong importou 17,5 mil toneladas em março (+49,9%) e 37,3 mil toneladas no trimestre (-6,2%). No terceiro posto, o Chile importou 5,1 mil toneladas em março (+98,2%) e 15 mil toneladas no trimestre (+69,6%).

Matéria prima em falta

A escassez de insumos e matérias-primas nacionais para a produção atingiu 73% das empresas da indústria geral (extrativa e de transformação) e 72% da indústria da construção em fevereiro. Os números foram divulgados na última sexta-feira, 9, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) dentro de uma pesquisa feita com 1.782 empresas. Os percentuais são próximos aos da sondagem anterior, realizada em novembro de 2020, de 75% e 72%, respectivamente, fazendo com que as expectativas anteriores dos empresários, de que a normalização das cadeias produtivas nacionais se desse no primeiro semestre de 2021, fossem postergadas. Enquanto 37% acreditam que a situação se normalize até o fim de junho, 42% creem que isto acontecerá no segundo semestre e 14%, somente em 2022. Cerca de 6% esperavam que a normalização ocorresse ainda em março.

Dificuldade na importação

Além da escassez de insumos nacionais, as empresas também estão enfrentando dificuldades em conseguir matérias-primas importadas, independente de pagarem mais caro pelos produtos. Nas empresas da indústria geral que precisam importar, em fevereiro 65% estavam com essa barreira, patamar que chegou a 79% na indústria da construção. Segundo a CNI, as dificuldades atuais ainda são resultado das incertezas que a economia atravessou durante a primeira onda da pandemia de covid-19 em 2020, quando muitas empresas cancelaram a compra de insumos. “A rápida retomada da economia no segundo semestre de 2020 não pode ser acompanhada no mesmo ritmo por todas as empresas, o que gerou dificuldades nos diversos elos da cadeia”, explicou a entidade.

com informações do Boca Maldita

CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão), entidade criada para auto regular o mercado publicitário, divulgou o primeiro ranking de agências de publicidade do Brasil. A WMcCann encabeça a lista, seguida por Africa, DPZ&T, VMLY&R e Leo Burnett Tailor Made.

No Paraná, 10 empresas de publicidade estão na lista, que conta com 200 empresas. A Heads Propaganda, de Claudio Loureiro, é a maior do estado no ranking. A agência tem sede em Curitiba e escritórios em Brasília, São Paulo e Rio. Aparecem ainda as agências OpusMúltipla, G/PAC, Master, Trade, Tif, Imam, Candy Shop e 433, todas de Curitiba, e Olé Propaganda, de Ponta Grossa.

Claudio Loureiro (Heads), Juca Pacheco (G/PAC), Thiago Biazetto (Tif) e Helisson Schiavinato (Imam) comandam algumas das maiores agências do Paraná

As agências são ordenadas a partir do maior volume de investimento em mídia por conta e ordem dos anunciantes. A lista foi construída a partir dos dados do Sistema CENP-Meios, coletados ao longo do ano passado, em um painel de 216 agências certificadas. Essas agências seguem normas e padrões de serviço referência para o mercado.

Confira as maiores agências de publicidade do Paraná, segundo o CENP

Posição PRPosição BRAGÊNCIA
130HEADS PROPAGANDA
232OPUSMULTIPLA COMUNICACAO INTEGRADA
334G/PAC COMUNICACAO INTEGRADA
472MASTER PUBLICIDADE
578TRADE COMUNICACAO E MARKETING
695TIF COMUNICACAO LTDA
7123IMAM PUBLICIDADE E PROPAGANDA
8168CANDY SHOP
9188433 COMUNICACAO
10192OLE – PROPAGANDA E PUBLICIDADE

Maltaria no Paraná

Uma parceria entre cooperativas paranaenses deve levar à construção de uma maltaria na região dos Campos Gerais do estado, com previsão de inauguração para 2023. O anúncio do projeto foi feito na última segunda-feira, 5, pelas cooperativas Agrária (Guarapuava), Bom Jesus (Lapa), Coopagrícola (Ponta Grossa) e a Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal. Estima-se que, para realização da obra, aproximadamente R$ 1,5 bilhão devem ser investidos. Ainda sem um local exato para ser construída, a previsão é de que a fábrica tenha uma produção de cerca de 240 mil toneladas de malte anualmente, volume que hoje corresponde a 15% do mercado nacional. Além disso, o empreendimento deve gerar mais de mil empregos diretos e indiretos.

Corredor Leste de Paranaguá

O volume de soja exportado pelo Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá (Corex) aumentou quase 232% nos dois últimos meses. Em fevereiro foi de 494.899 toneladas e em março chegou a 1.641.938 toneladas. Em janeiro, foram exportadas apenas 30 mil toneladas de soja. Foram exportadas 2.166.837 toneladas do granel no primeiro trimestre pelo complexo que integra os silos públicos e nove terminais privados. Somando os demais produtos escoados pelo Corex (farelo de soja, trigo e milho), de janeiro a março, já são 3.652.860 toneladas de produtos exportados. Nesse total, o aumento registrado de fevereiro para o último mês de março foi de cerca de 138%.

Milho paranaense

O atraso nas chuvas, no final ano passado, que culminou no atraso do plantio da soja, produziu um outro efeito: uma onda generalizada de semeadura de alto risco do mais importante insumo para a alimentação de bovinos em confinamento e semiconfinamento no País, o milho. A situação mais grave aconteceu na porção oeste do Paraná. Por lá, 81% das lavouras do cereal foram semeadas no mês de março, período considerado de alto risco para a região. Na porção norte paranaense, 62% da plantação está na mesma faixa de risco, assim como em Goiás, com 61. Em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, 38% e 34% de suas lavouras de milho, respectivamente, apresentam alto risco. Os dados são da consultoria Agroconsult.

Milho de fora

A indústria de carnes brasileira recorreu ao Ministério da Agricultura pedindo apoio ao seu pedido de isenção da tarifa de importação de milho, em um momento de alta nos preços do cereal. As empresas reivindicaram ainda a criação de mecanismos, como registros de exportação, que deem mais previsibilidade ao mercado. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, essas medidas poderiam ajudar o setor caso haja algum problema com a segunda safra de milho do Brasil que, segundo analistas, teve boa parte da área plantada em uma janela climática de alto risco. O temor é que os custos com o insumo mais utilizado na produção da ração, já considerados altos, aumentem ainda mais, caso haja uma frustração de safra.

Volta do Pronampe

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) encaminhou um projeto de lei ao Congresso Nacional que visa flexibilizar as regras da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2021. O projeto deve ser publicado no DOU (Diário Oficial da União) amanhã. O objetivo do governo é que, com isso, seja permitida a execução de projetos com duração no ano corrente. Com isso, será possível reabrir o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e o BEm (Benefício Emergencial), pago aos trabalhadores para compensar parte da perda salarial nos acordos. Os programas, criados no ano passado, fazem parte das medidas econômicas de combate ao covid-19. O PL deverá ser votado às pressas no Congresso Nacional, porque o setor empresarial tem pressionado o governo a acelerar a medida.

Oferta de microcrédito

Um acordo de cooperação firmado entre a Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho e a Fomento Paraná vai permitir a oferta de microcrédito pelas Agências do Trabalhador. Assinada pelo secretário Ney Leprevost e o diretor-presidente da instituição financeira do Governo do Estado, Heraldo Neves, na última terça-feira, 6, a parceria viabilizará a contratação de linhas de microcrédito para pequenos negócios com o Banco do Empreendedor e Banco da Mulher Paranaense. A operação começará em 26 de abril em Curitiba e é uma das ações do Programa Recomeça Paraná, que tem como objetivo ampliar a geração de emprego e renda, com apoio das Agências do Trabalhador, para fortalecer a retomada econômica no Paraná. A ideia é transformar as Agências do Trabalhador em Agências do Trabalho e Empreendedorismo, com foco também no perfil empreendedor.

Veículos em março

Num mês marcado por paradas de linhas causadas pelo agravamento da pandemia, a produção de veículos subiu 1,7% na passagem de fevereiro para março. Entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, 200,3 mil unidades saíram das linhas de montagem no mês passado, 5,5% acima do mesmo período de 2020, conforme balanço na última quarta-feira, 7, pela Anfavea, a entidade que representa as montadoras. O resultado, embora positivo, foi prejudicado pelo agravamento da crise sanitária, que levou a maioria das montadoras a suspender a produção na semana passada, além da falta de peças nas fábricas. No acumulado do primeiro trimestre, as montadoras produziram 597,8 mil veículos, alta de 2% frente aos três primeiros meses do ano passado.

Economia criativa

O setor da economia criativa perdeu 458 mil postos de trabalho na comparação do último trimestre de 2020 com o mesmo período do ano anterior. Os dados divulgados pelo Observatório Itaú Cultural indicam uma retração de 6,4% nos empregos especializados na área da cultura. O levantamento leva em consideração funções em diversas áreas que dependem da criatividade para serem desempenhadas, não sendo uniformizadas ou passíveis de serem substituídas por máquinas. Eram 7,1 milhão de pessoas trabalhando nesse tipo de função nos últimos três meses de 2019. Número que foi reduzido para 6,6 milhões no quarto trimestre de 2020. As áreas mais afetadas foram atividades artesanais, artes cênicas e visuais, cinema, música, fotografia, rádio e TV e museus e patrimônio. Nesses segmentos, a retração chegou a 18%.

Vendas da Páscoa

O Indicador da Serasa Experian de Atividade do Comércio – Páscoa mostra que as vendas nacionais no varejo físico cresceram 1,9% durante a semana santa, de 29 de março a 4 de abril. A ligeira alta acontece em relação ao índice negativo registrado ano passado (6 a 12 de abril de 2020), que chegou a 23,8%, o pior resultado de toda a série histórica, iniciada em 2007. As celebrações da semana santa e do domingo de Páscoa ocorreram pelo segundo ano consecutivo com medidas de restrição em todo país para evitar mais contaminações pelo covid-19. De acordo com índice, no fim de semana de Páscoa, levando em conta apenas os dias de 2 a 4 de abril de 2021, houve queda de 9,5%, com relação ao período de 10 a 12 de abril de 2020.

Plástico em debate

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa analisou nesta semana um projeto que obriga os estabelecimentos comerciais a substituírem o material empregado nas embalagens de canudos, guardanapos e outros materiais.

O projeto determina a substituição de plástico oxibiodegradável por plástico biodegradável. Por iniciativa do deputado Homero Marchese (PROS), o projeto será baixado em diligência para que entidades do comércio e da indústria, como Fiep, Faciap e Fecomércio analisem as consequências da medida.

Da Assessoria
Foto: Divulgação/ALEP

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) solicitou que estudantes universitários de cursos da área da saúde, que estejam atuando na linha de frente no combate à pandemia de Covid-19, sejam vacinados com prioridade. O parlamentar requereu envio de expediente ao governador Ratinho Junior e ao secretário da Saúde, Beto Preto.

Romanelli sustenta que o Paraná vive uma segunda onda de infecções e há evidente dificuldades de trabalho dos profissionais que atuam na atenção médico-hospitalar.

“É necessário reforçar as equipes que estão na linha de frente. Profissionais da saúde estão sob muita pressão e precisam de mais apoio”, afirma o deputado.

A solicitação de vacinação é para estudantes de medicina, enfermagem, fisioterapia, dentre outros cursos que podem dar suporte no atendimento aos doentes. “É uma forma de desafogar os sistemas de saúde público e privado que estão em colapso”, afirma.

VIDAS – A justificativa do pedido é de que mesmo antes de se formar, de adquirir a experiência necessária para atuação, “esses estudantes têm se colocado à disposição da sociedade, atuando com bravura em hospitais e unidades básicas de saúde no intuito de tentar salvar a vida de milhares de infectados”.

A vacinação, alerta o deputado, serve também para atenuar a rotina exaustiva dos demais profissionais da saúde, que estão no limite do esgotamento físico e mental. A mensagem prossegue com a constatação de que “essas pessoas têm contato direto e diário com pacientes infectados, consequentemente tornam-se grupo de risco”.

Segundo o texto apresentado à mesa da Assembleia Legislativa, a medida já foi adotada por outros Estados, a exemplo do Acre e o Rio Grande do Sul, “que entenderam imprescindível a total preservação da vida desse grupo como forma de ajudar os demais”.

Divulgação
Foto: Roberto Dziura – PMP

No próximo domingo (28), a Secretaria de Saúde vai realizar uma mobilização com as equipes de saúde para vacinar mais de 600 idosos em Pinhais. A ação foi proposta pelo Governo do Estado, que selecionou o município pelo destaque na organização no processo de vacinação.

Importante ressaltar que a vacinação continua sendo por agendamento, portanto, só é possível ter acesso à imunização se estiver com o nome na lista de entrada. As equipes de saúde entrarão em contato, por telefone, com base no cadastro realizado no site da Prefeitura (www.pinhais.pr.gov.br).

Por: Angelo Binder
Foto: Divulgação Athletico PR

Nesta quarta(10), a partir das 20h30, a Rádio Cidade transmite Corinthians x Athletico pelo Brasileirão. O jogo em São Paulo é um confronto direto por disputa de vaga na Libertadores 2021.
A Rádio Cidade terá transmissão da jornada no https://www.facebook.com/radiocidade670. Participe com a gente!

Apresentação: Henry Xavier
Narração: Sérgio Fagundes
Comentários: José Domingos
Reportagens:Julio Cesar Ruthes
Central Técnica: Thiago França

Mudanças no Furacão
Paulo Autuori fará mudanças no meio e no ataque para a partida. Jaime Alvarado, Christian e Jadson lutam por duas vagas no meio-campo, enquanto Renato Kayzer retorna ao ataque. Os titulares Richard e Léo Cittadini, suspensos, ficam de fora do jogo.

Prováveis escalações
Corinthians:
Cássio;
Fagner, Bruno Méndez, Gil, Fábio Santos;
Gabriel, Cantillo; Gustavo Mosquito, Araos, Otero;
Léo Natel
Técnico: Vagner Mancini.

Athletico:
Santos;
Jonathan, Pedro Henrique, Thiago Heleno e Abner;
Alvarado, Christian (Jadson), Fernando Canesin e Carlos Eduardo;
Nikão e Renato Kayzer
Técnico: Paulo Autuori.

Angelo Binder
Foto: Ramon Smith (Treze FC)

O Paraná Clube já está pensando no Campeonato Paranaense, Brasileiro do Série C e Copa do Brasil 2021. As primeiras novidades anunciadas estão no comando técnico paranista. Maurílio e Ageu, campeões pelo Tricolor como jogadores na década de 1990, terão a função de iniciar uma renovação no elenco paranista, como técnico e auxiliar, respectivamente. Maurílio assume o lugar de Márcio Coelho, que comandou a equipe na reta final da Série B do Brasileiro.

A Rádio Cidade acompanha o dia a dia do Tricolor de segunda a sexta, a partir das 18h, no Gamma nos Esportes e ainda atualiza o noticiário nas jornadas esportivas com a equipe liderada por Daniel Reis e produção de Anderson Luis.

O Rambo Tricolor


Maurílio Silva,conhecido com o Rambo Tricolor, tem 51 anos e trabalhou no Guarany de Sobral na disputa da Série D. Ele saiu em dezembro e foi contratado pelo Itabaiana em janeiro, mas comandou o time em apenas dois jogos e caiu na fase inicial da Copa do Nordeste – um empate e uma derrota diante o Santa Cruz.


Como treinador, Maurílio iniciou a campanha do título do Ferroviário-CE na Série D, em 2018, e foi campeão da Copa Alagoas com o ASA, em 2020. Ele soma passagens ainda por outros clubes, como o Rio Branco-PR, em 2018. Como jogador, além do próprio Paraná, Maurílio teve passagens marcantes no Palmeiras, na era Parmalat, no início da década de 1990, e depois no Juventude-RS. Também defendeu clubes do nordeste e de outras regiões do país.

Por: Angelo Binder
Foto: Lucas Uebel (Grêmio FBPA)

Neste domingo, a partir das 15h, a Rádio Cidade transmite Coritiba x Grêmio, no Couto Pereira e acompanha Ceará x Athletico que jogam a partir das 16h no Castelão. O horário do jogo do Athletico, antes marcado para às 18h foi adiantado pela CBF.

A Rádio Cidade terá transmissão da jornada no https://www.facebook.com/radiocidade670. Participe com a gente!

31/Jan – Dom – A – 33ª Rodada
16h – CFC x GRE – Couto Pereira
Apresentação: Henry Xavier
Narração: Anderson Luís
Comentários: Sandro Rasbold
Reportagens: Biro-Biro e Angelo Binder
16h – CEA x CAP – Castelão
Reportagens: Julio Cesar Ruthes
Central Técnica: Thiago França

Dupla Atletiba tem rodada decisiva

Depois de vencer o Flamengo, o Furacão ainda sonha com vaga na Libertadores e precisa vencer o Ceará, adversário direto na luta por uma vaga. Já o Coxa precisa vencer o Grêmio que está focado na final da Copa do Brasil diante do Palmeiras, que sagrou-se campeão da Libertadores neste sábado ao vencer o Santos por 1 a 0 no Maracanã.