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Raquel Dodge sai em defesa da equipe da Lava Jato

 

Por mais que tentem incriminar o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pela polêmica do grampo, mais ele se fortalece perante a sociedade. Por mais tropeços e eventuais delitos de magistratura que ele possa ter cometido, a bandeira que construiu continua imantada com sua imagem: a do combate à corrupção. Ele nem precisa fazer esforço, embora tenha sustentado em suas entrevistas que podem publicar o que quiserem, desde que seja verdadeiro. Lamente-se ou não, mas é fato. Goste-se ou não, mas é o que está acontecendo.

Sua integridade tem respaldo também na Lava Jato. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge , disse  nesta terça-feira (16), em reunião com oito procuradores da força tarefa de Curitiba,  que a operação tem apoio “institucional e administrativo” da Procuradoria Geral da República (PGR).

Raquel Dodge se reuniu com o coordenador da força tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, e outros sete investigadores da operação na sede da PGR em Brasília. É o primeiro gesto da procuradora em defesa da operação desde o início das divulgações das reportagens do site Intercept.

Dodge não fez declarações públicas sobre o caso. Tanto a procuradora-geral quanto os membros da Lava Jato não falaram com a imprensa. A sinalização de Dodge aos investigadores, segundo o jornal O Estado de S. Paulo,  ocorre num momento em que ela tenta ser reconduzida ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro apesar de não estar na lista tríplice do cargo.

Para lembrar, o site The Intercept Brasil divulgou supostos diálogos que mostram que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e Deltan Dallagnol discutiam processos em andamento e comentavam pedidos feitos à Justiça pelo Ministério Público Federal enquanto integravam a força-tarefa da Lava Jato. 

FONTES DE CURIOSIDADES

Existe curiosidade natural de todos em conhecer as fontes de recursos do jornalista americano que vive com seu marido, deputado do PSOL, no Rio, em uma casa com forte aparato de segurança, vigiada por 27 câmeras e homens armados. O Intercept, site que ele mantém, emprega vários jornalistas e ao que consta não tem anunciantes. O jornalista era apenas um simples repórter de Edward Snowden quando o analista de sistemas hackeou e divulgou informações de programas de segurança americanos, e que hoje se encontra exilado na Rússia. Em seu deslocamento para palestra na Flip, em Parati, no último final de semana, o jornalista seguiu de lancha protegido por outras embarcações, em forte esquema de segurança. Os vazamentos das conversas de agora, do ex-juiz, foi passado por uma fonte ou foi hackeado por ele? Ou foi vendido para algum interessado oculto antes de ser divulgado? O hacker-fonte existe? Quem está pagando ou já pagou a fatura? (Alceo Rizzi)



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