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Com surto de covid-19, Brasileirão vira uma lástima

O Brasileirão está cada vez mais impactado pelo coronavírus. O Palmeiras, em ascensão na temporada, está com 18 casos confirmados e terá 22 desfalques para enfrentar o Goiás neste final de semana. O Atlético-MG teve 21 infectados e terá 10 ausências. O Coritiba, por outro lado, terá os reforços do técnico Rodrigo Santana, do volante Nathan Silva e do meia Matheus Galdezani. Outros times que já passaram pelo surto no elenco são Athletico e Flamengo.

Cpm a covid, os times ficam todos confusos. Tentar montar uma provável escalação se torna uma missão quase impossível para os jornalistas, imagine para os técnicos. Os comandantes são cobrados por bons resultados e bons desempenhos, uma avaliação imaginária na imensa maioria dos casos.

As exceções são algumas, poucas. O Goiás, por exemplo, está praticamente rebaixado pela diversas trocas no comando técnico. Ney Franco, prejudicado pela covid-19 logo no início do Brasileirão, foi demitido sem qualquer justificativa plausível após três rodadas. Depois foram Thiago Larghi (seis jogos) e Enderson Moreira (dez jogos) que não agradaram a diretoria amadora. Os dirigentes esmeraldinos não buscaram treinadores, mas milagreiros. Não tem colheita sem plantação.

Já o Internacional fez as disputas políticas internas resultarem na saída de Eduardo Coudet, que preferiu lutar contra o rebaixamento no Celta de Vigo, da Espanha. Decidiu apostar em Abel Braga, colecionador de declarações bizarras nas entrevistas. O comandante de 68 anos já disse que “não tem tática e nem estratégia”, fora que “mal conhecia o nome dos jogadores” em seu primeiro jogo. Ou seja, enquanto estava sem clube, não assistiu nem sequer o então líder da Série A.

Vencer na Série A se tornou a maior prova de superação.

Vinicius Cordeiro – Paraná Portal
Foto: Divulgação/Palmeiras

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