BandNews FM Curitiba
Foto: José Fernando Ogura/AEN

Com a liberação do uso de máscaras em locais abertos de Curitibasancionada pelo prefeito Rafael Greca nesta semana, o que se vê nas ruas da Capital é uma mistura de pessoas com e sem máscara.

A professora Ludmila Correa, 48 anos, optou por continuar usando a máscara para facilitar o dia e evitar ficar colocando e tirando o equipamento de proteção para não correr o risco de se contaminar.

“Vou frequentar lugares que eu tenho que colocar máscara, e tenho um pouco de medo de esquecer. Também acho que ficar tirando e colocando a máscara não é muito prático, então é mais uma questão de praticidade. Talvez com o tempo eu acabe conseguindo mudar o hábito”, aponta.

Já a enfermeira Sandra Cristina da Silva, 52 anos, resolveu circular na rua sem a máscara. Ela considera que a cobertura vacinal possibilita esse novo passo.

“Pelo motivo de todo mundo praticamente já estar vacinado eu acho que é uma atitude segura, em ambientes onde não haja aglomeração de pessoas e abertos. Foram quase dois anos privados de fazer muitas coisas, do ir e vir como estávamos acostumados, então acho uma medida de certa forma aplicável nesse momento”, opina.

Com a publicação do decreto municipal desta quinta-feira, a capital paranaense mantém a bandeira amarela e adota as regras contidas no decreto estadual, que regulamenta o uso de máscaras em todo o Paraná. Assim a máscara se mantém obrigatória em locais fechados. Em Curitiba o uso de máscaras também continua obrigatório em pontos de ônibus, terminais e na rodoferroviária.

O prefeito Rafael Greca comentou a decisão, que levou em conta a redução no número de casos de covid-19 em Curitiba.

“O dia finalmente chegou. A perspectiva de diminuição de casos, o aumento da vacinação, já são mais de 1,7 milhão de pessoas vacinadas em Curitiba, nos permitem tirar a máscara. As pessoas são convidadas a manterem os cuidados de saúde, higienizar as mãos, manter o distanciamento respiratório e evitar aglomerações”, disse.

Para crianças menores de 12 anos não há imposições, mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o uso.

As informações são da repórter Amanda Yargas da BandNews Curitiba.

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