Foto: Divulgação/Instituto Jaime Lerner

Leia a seguir percepções sobre a morte de Jaime Lerner descritas ao Lab Jornalismo 2030.

“Estou chorando muito aqui. Jaime era o filho favorito da minha mãe.”
—Luca Rischbieter, pedagogo e escritor. Filho de Fanchette Garfunkel Rischbieter, que nomeia, por decisão de Jaime, o Jardim Botânico.

“Me tocou profundamente o falecimento do meu contemporâneo, na vida e na política, Jaime Lerner. Tínhamos concepções diferentes da política e da administração pública, mas ninguém pode ocultar, deixar de considerar, o brilho e o talento do Jaime Lerner na administração de uma cidade, dentro da visão liberal que ele tinha no processo político. Sinto profundamente a morte do Jaime, e ao mesmo tempo tenho a certeza de que na história do Paraná e da nossa cidade de Curitiba ninguém poderá desprezar a contribuição inteligente, fundamentalmente na criação do mobiliário urbano, icônico, que o Jaime teve. Eu e a minha família estávamos torcendo pela sua recuperação. Vai com Deus Jaime.”
—Roberto Requião, ex-senador e ex-governador do Paraná.

“Foi um visionário extraordinário. A força de sua inspiração e de seu trabalho é imensa: ele transformou Curitiba, no seu “corpo” (parques, vias, museus) e na sua “alma” (alegria, cosmopolitismo, inovação, etc). Foi um gigante, com um impacto de nível internacional.”
—Guilherme Cunha Pereira, presidente do Grpcom.

”O maestro do ‘fazer acontecer’ as boas ideias.”
—Luís Henrique Fragomeni, professor e arquiteto, ex-presidente do Ippuc.

“Jaime Lerner tinha amor pelo Paraná. Dedicou uma vida inteira ao Estado, com realizações que transformaram Curitiba e servem até hoje de inspiração mundo afora. Um exemplo que ficará marcado eternamente pelas centenas de obras espalhadas pelo nosso Estado.”
—Ratinho Junior, governador do Paraná.

”O Grupo RIC expressa seu mais profundo pesar pelo falecimento do ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, o arquiteto e urbanista Jaime Lerner. (…) Uma de suas maiores lições é a de que os vizinhos são parentes por parte de rua. Porque é na rua em que moramos, na cidade em que vizinhamos, que estabelecemos as relações cidadãs que fazem a sociedade mais humana, mais inteligente, mais compartilhada. (….)”
—Leonardo Petrelli, presidente executivo do Grupo RIC.

“Dias tristes. O Paraná perdeu hoje Jaime Lerner. Um homem à frente do seu tempo. Um urbanista visionário e um político arrojado. Reconhecido internacionalmente, Lerner deixou marcas que transformaram Curitiba e o Paraná. Com ele, tive a honra de ser a primeira mulher a chefiar o escritório do Paraná em Brasília. Obrigada, meu grande amigo, pela oportunidade, pelas palavras sempre amáveis e pelos sábios conselhos. Meus sentimentos a Andrea, Ilana e a todos os familiares. Descanse em paz.”
—Cida Borghetti, ex-governadora do Paraná.

“Jaime Lerner foi um urbanista único. O equipamento urbano e a Família Folha marcaram uma geração. A história de Jaime e de Curitiba se confundem em vários momentos. Perdemos um arquiteto genial.”
—Valdemar Bernardo Jorge, secretário de Planejamento e Projetos Estruturantes do Paraná.

”Sobre o Jaime é difícil de falar. Eu até botei umas palavras no Facebook, não dá pra não falar né, para não agradecer a uma pessoa que foi tão importante. Eu estou vendo no Facebook como tem gente, pessoas diferentes dele, que têm opções, ocupações e de lugares diferentes, que conectaram com o Jaime de maneira diferente. (…) Eu acho que esta é a maior capacidade dele: conectar pessoas e atrair pessoas.“
—Geraldo Pougy, arquiteto.

“Tive uma única chance com Jaime Lerner. Perguntei a ele como resolver o problema do transporte público nos anos 2010. Na década de 80, ele transportava mais passageiros em Curitiba do que o metrô em Londres, proporcionalmente. Mas me respondeu ‘não sei. Eu moro em frente ao meu trabalho’.”
—Vinícius Sgarbe, documentarista

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