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Operação prende nove suspeitos de roubos a bancos no Paraná

Redação – Paraná Portal
Foto: Soldado Amanda Morais/PM

Nove pessoas suspeitas de envolvimento a roubos em bancos no Paraná foram presas no âmbito da operação Resposta, realizada em parceria entre a Polícia Militar (PM) e Polícia Federal (PF). O balanço foi apresentado nesta quinta-feira (7), em Curitiba, e aponta que dois fuzis, um revólver, munições de diversos calibres e um colete balístico foram apreendidos na posse do grupo.

O delegado Peterson Manys, da PF, adiantou que um dos detidos tem passagens por roubos no Nordeste do país. “O suspeito que foi preso em Ponta Grossa já tinha sido preso no Piauí. Eles atuam em vários estados”, contou.

De acordo com as autoridades, os principais articuladores da quadrilha foram localizados. Dois deles foram presos após o assalto a um banco de Floraí, na região noroeste do Paraná, no início de dezembro do ano passado. Contudo, a polícia já estudava os métodos do grupo há mais tempo.

“Foram vários meses de acompanhamento de alvos, equipes da Inteligência trabalhando de forma integrada com a PF, e nesta quarta-feira logramos êxito na prisão de um dos indivíduos na RMC, talvez o mais importante da facção. Com ele foi apreendido fuzil, colete, armamento, e droga, oriundos desses crimes que eles vêm cometendo há vários anos, tanto no Paraná como em outros estados”, reforçou o subcomandante-geral da PM, coronel Hudson Leôncio Teixeira.

Um foi preso na tentativa de fuga e o segundo acabou localizado nesta quarta-feira). Um terceiro homem, que teria se ferido ao confrontar a PM nesta ocorrência, ainda não foi encontrado. Os demais detidos foram localizados durante cumprimento de mandados judiciais expedidos ao longo da investigação.

GRUPO INICIOU ASSALTOS A BANCOS EM FEVEREIRO DE 2020 

A polícia identificou que a primeira ação do grupo desmantelado no Paraná aconteceu em Telêmaco Borba, na região dos Campos Gerais, em fevereiro do ano passado. Na ocasião, um policial militar morreu e outro ficou ferido na ação dos bandidos.

As investigações ainda apontam que o grupo era muito bem organizado, com auxílio de outras organizações criminosas. Além do assalto em Telêmaco Borba, a quadrilha é acusada por um crime de cargas na região metropolitana de Curitiba e outro roubo em Floraí. Nesse segundo episídio, alguns suspeitos se envolveram em um tiroteio em Ponta Grossa durante a fuga, que deixou uma policial militar ferida.

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