Redação – Paraná Portal
Foto: Geraldo Bubniak/AEN

O governador do Paraná, Ratinho Junior, revogou neste sábado (3), o decreto que previa medidas restritivas contra a Covid-19 em 11 municípios da Região Metropolitana de Curitiba.

Estão inclusos nesse decreto os municípios de Campo Largo, Campo Magro, Almirante Tamandaré, Colombo, Pinhais, Piraquara, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande, Araucária, Quatro Barras e Campina Grande do Sul.

Dessa forma, esses municípios passam a seguir neste domingo (4), as regras previtas no decreto estadual 7230/21, válidas para todas as cidades do Paraná.

O decreto estadual 7230/21 é válido até o dia 15 de abril e prevê que comércios de rua em cidades com mais de 50 mil habitantes possam funcionar das 10h às 17h, de segunda a sexta-feira, com 50% da ocupação.

Aos sábados esses serviços poderão funcionar somente nas modalidades delivery e drive-thru, das 10h às 17. Já aos domingos não poderá haver atendimento nesses locais.

Os shoppings centers dos municípios com mais de 50 mil habitantes devem funcionar das 11h às 20h, de segunda a sexta-feira, com limitação de 50% da ocupação e serviço aos sábados somente nas modalidades delivery e drive-thru, das 11h às 20h.

Já restaurantes e lanchonetes terão horário de funcionamento de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, com ocupação máxima de 50%. Nas modalidades delivery e drive-thru não há limitação de horário.

Igrejas e demais espaços religiosos podem atender os fiéis de forma presencial, mas com limite de 15% na ocupação dentro dos templos.

Todos as cidades com menos de 50 mil habitantes devem seguir a regulamentação municipal.

Seguem proibidas a circulação de pessoas que não pertençam as atividades essenciais das 20h e 5h, além da venda e consumo de bebidas alcoólicas neste horário.

Também estão vetados atividades voltadas para o setor de eventos e culturais, como casas de show, serviços de buffet, circos, teatros, cinemas e museus.

Por fim, as aulas presenciais da rede estadual continuam suspensas, tendo o cronograma de retorno definido pela Secretaria de Estado da Saúde posteriormente. As escolas particulares podem funcionar no modelo híbrido, com 30% de ocupação nas salas de aula.

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